Resident Evil Operation Raccoon City.

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Resident Evil Operation Raccoon City.

Mensagem por Pontus Maximus em Dom 19 Jan 2014, 15:28



Muito se encontra materiais de RE para Rpg, a primeira aparição de Bioharzad foi na extinta Dragão Brasil 41 e posteriormente na DB 110 com regras para Daemon, D20 modern e 3D&T, ganhando uma versão também em Net-book escrita por Nivaldo Vieira Nascimento (Nvndaemon).

Agora sua próxima versão será para 3D&T Alpha com regras atualizadas e materiais adicionais, em sua maioria focada em Raccon City e suas muitas possibilidades de crônicas. Contando eventos que se passaram na mesma cidade porém que são contadas em algumas HQ`s de boa qualidade. 

O material extra também contem alguns trabalhos elaborados por fãs como jogos de Rpg Maker e filmes lançados pela internet Nota: Se existe um fã dos filmes de Paul Anderson ai do outro lado não espere nenhum comentário sobre eles, pelo menos nenhum comentário positivo, pois não elogio aquelas porcarias que foram pro cinema.

Infelizmente por falta de condições não poderei fazer uma adaptação completa de todos os titulos mas posso me aventurar nos primeiros anos contados da franquia. Bom é isso.

Agradecimentos Especiais

A Deus por me capacitar todos os dias.

Pelos tantos nomes que desenvolveram seus materiais fan-mades possibilitando novas campanhas de rpg.

Sites e Blogs especializados como Residentevil.com.br (Revil).

Dragão Brasil por ter começado com tal iniciativa.

Ao Blog Resident Evil Rebirth Rpg onde eles diponibilizam gratuitamente um jogo feito em Rpg Maker XP produzido por Alinson e Evil Biel (mais a sua equipe) e produziram um remake em Rpg muito bom mesmo, quem quiser conferir eu recomendo, fortemente.

 RESIDENT EVIL - O PRELÚDIO DO MEDO

Escrito por: Hiroyuki Ariga Traduzido por: Glauber Brandão, para Players.com.br Em homenagem ao relançamento
da série Resident Evil, para o Gamecube, o Players está publicando esse novo especial. Aqui vamos mostrar a
tradução de um livro chamado BIOHAZARD: The Beginning, lançado pela Capcom junto com o Resident Evil 1 do Sega Saturn. Ele foi elaborado por Hiroyuki Ariga, que recentemente foi um dos criadores do roteiro de Resident Evil Code:
Veronica, onde ele explica o que aconteceu antes de Chris e Jill irem para a famosa mansão, e já dá uma pincelada de como é a personalidade de cada um. Nesse livro, de seis capítulos, Chris é o narrador, onde conta como tudo começou, desde as investigações à alguns elementos que mostram como a cidade era dependente da Umbrella. Para quem já jogou todos os jogos da série, vai ver que ele menciona personagens que só iriam ser apresentados em Resident Evil 2, o que realmente mostra como o Hirayuki Ariga fez uma ótima coesão com um roteiro que ainda estava em desenvolvimento na época. É também contado fatos sobre o Bravo Team, e fala inclusive como poderá ser a história inicial de Resident Evil 0, que saiu para o Cube.

Capíulo tUm: Bio Hazard/ Perigo Biológico


Sempre que o telefone soa no meio da noite sei que é sobre a morte de alguém que estava vivo no dia anterior.
Acontece toda hora, a não ser quando é engano, como esta mulher, totalmente bêbeda, que pensou que eu era o seu amante falecido ou o idiota que ligou para ficar falando sobre um monólogo chato em português. Eu tenho tido este medo de telefonemas no meio da madrugada por cinco anos, desde que o dia que o chefe de polícia me chamou as duas da manhã para me dizer que meus pais estavam mortos. A caminhonete deles tinha sido esmagada por um caminhão que vinha em alta velocidade. As identificações dos corpos tiveram que ser feitas através da análise das fichas dentárias, devido à condição que os corpos ficaram após o impacto. Apesar de fazer parte da equipe S.T.A.R.S (Special Tactics and Rescue Squad), uma força tarefa especial da polícia de Raccoon para combater crimes de violência e resgatar vítimas, ainda me assusto quando o telefone toca na escuridão da madrugada. Muitas atrocidades ocorrem durante a madrugada, os criminosos aproveitam que a maioria do pessoal se encontra dormindo, sem testemunhas ao redor. Um crime violento pode ficar sem ser reportado por horas, o que significa que, quando eu chegar no local, já será tarde demais para descobrir alguma coisa. Por isso, quando o telefone toca durante a madruga, já sei que alguma coisa terrível aconteceu! Há meia hora atrás eu estava tendo meu sonho favorito, aquele no qual eu sou uma estrela do rock e adorado pelas garotas, quando derepente meu telefone toca.
Era o Billy, meu melhor amigo da escola. Normalmente, eu gosto de ouvir notícias dos meus velhos amigos, mesmo que seja no meio da noite, mas este não era um telefonema normal, a não ser que tenham começado a instalar
telefones dentro de caixões. Sabe, o Billy morreu há três meses atrás... Meu velho amigo trabalhava como pesquisador para uma grande empresa local, a Umbrella Corp. Há três meses atrás ele foi inesperadamente transferido para a sede de Chicago para trabalhar no desenvolvimento de um novo projeto. Ele saiu da cidade de Raccoon a bordo de um jato da empresa, num vôo que parecia rotineiro, mas que se transformou num pesadelo. Uma hora depois de decolar, o avião desapareceu do radar e o contato de voz foi totalmente perdido! Um dia após o desaparecimento do jato, um pescador encontrou diversas partes da fuselagem do jato e oito corpos, que estavam flutuando no Great Lakes. Billy e outros 12 passageiros nunca foram encontrados. Foi concluído que os corpos não achados foram misteriosamente parar na profundeza gelada do lago. Caso encerrado, exceto pelo memorial para Billy, grandes memórias foram guardadas de um amigo que nunca mais veria... Ou ouviria novamente. Esta ligação não deveria passar de um trote ou piada de mau gosto.

-"Quem quer que você seja, tem um péssimo senso de humor", foi o que eu falei, morrendo de vontade de acertar
uma porrada na pessoa que estava do outro lado da linha.

-"Chris, eu juro que sou o Billy". Desta vez eu escutei melhor a voz da pessoa, fiquei analisando com calma e
realmente ela parecia com a voz do Billy, mas eu quis ouvir um pouco mais para ter certeza.

-"Se realmente for o Billy, me diga como você sobreviveu ao acidente!"

-"Chris, eu não estava no jato quando ele caiu. Vinte minutos depois que o jato decolou pousamos numa pista
reservada da Umbrella no estado vizinho. Eles me retiraram do avião e trouxeram de volta para a cidade de Raccoon".

Não tinha mais dúvidas, realmente aquela voz pertencia ao meu velho amigo. "Billy, o que está acontecendo?
por que a Umbrella teria todo esse trabalho de levar você para outro lugar e na mesma hora trazer de volta? E por que a companhia não disse para os seus familiares e amigos que você ainda estava vivo? Eu não estou entendo nada!"

-"Era necessário que vocês pensassem que eu estava morto!", Billy falou. Sentei-me na cama e olhei para o
relógio que estava na escrivaninha. Era uma hora da manhã, só havia dormido por algumas horas, por isso eu ainda estava um pouco confuso, e os drinks que tomei na noite passada também não estão ajudando muito no meu raciocínio.
-"Eu suponho que você e a Umbrella tem ótimos motivos para manter essa farsa."

-"Não é uma boa razão Chris, mas sim um terrível plano. Eu fui parte de um erro terrível" Eu peguei a garrafa de
água que estava ao meu lado e joguei na minha face.

-"Que tipo do erro?"

-"Chris, eu gostaria de poder revelar tudo, mas não posso falar os detalhes pelo telefone, você me entende?"

-"Eu compreendo. Eu compreendo que meu melhor amigo está muito estranho!"

-"Chris, eu sei um segredo, um segredo terrível que você nem poderia imaginar"

-"Que segredo? Do que você esta falando?"

-"O segredo por trás da onda de assassinatos que você está investigando"

-"Não brinque comigo Billy. Eu quero saber o que você sabe!"

-"Eu já disse que não por telefone. A linha pode estar grampeada!"

-"Improvável."

-"Eu não posso arriscar". Pelo tom de voz dele, ele estava extremante nervoso.

-"Então o que você quer fazer?"

-"Eu quero me encontrar com você, apenas eu e você"

-"Ok. Onde e quando?"

-"No parque perto do Victory Lake, você sabe, ao norte da cidade. Esteja lá o mais rápido possível"

-"Por que a pressa?"

-"Tem gente querendo me matar, Chris!" Isso adicionou um grau de urgência a situação.

-"Ok, parceiro, estarei lá em quarenta minutos!" Eu pûs a mesma roupa de duas horas atrás, peguei outro frasco
de água mineral no refrigerador, tomei a metade, e a outra metade eu derramei sobre minha cabeça no caminho para o meu carro. Se eu tivesse que ir para a estrada no meio da noite, eu preferiria estar molhado e acordado à seco e morto.
Meu Shelby Cobra tremeu, mostrando que ainda funcionava. Dirigi em direção à Vitory Lake, confiante de que poderia estar lá dentro dos 40 minutos. Porra, num Shelby você pode percorrer metade do caminho em direção a lua em 40 minutos.

Durante o caminho fiquei pensando no Billy e como éramos praticamente inseparáveis no colégio, apesar de que
éramos considerados a "Dupla estranha". O Billy era um aluno nota 10 em tudo e que nunca se metia em problema,
enquanto eu era o aluno que quase sempre passava por média e ficava mais tempo na sala do diretor do que assistia as aulas! Depois que nos graduamos, Billy registrou-se no M.I.T, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, sabendo que não estava pronto para a faculdade, e eu me alistei na força aérea.
Não nos vimos por quatro anos, embora ele me enviava uma carta a cada seis meses, mas nunca respondi à elas.
Um mês após se formar o Billy foi trabalhar para a Umbrella em Raccoon. Um ano depois eu retornei a cidade para fazer parte da equipe S.T.A.R.S e rapidamente retomamos nossa amizade, até quando ele foi transferido para a sede de Chicago...

Pensando agora, no último ano o Billy não me enviou uma carta sequer, naquela época eu pensava que ele
estava muito ocupado, mas agora entendo que existia algo muito mais estranho para ele não me enviar as cartas, e
julgando pela voz dele, dever ser algo horrível. O que será que está aterrorizando meu velho amigo? Eu peguei um atalho pelo centro deserto de Raccoon e indo em direção à estrada secundária a toda velocidade. Não havia nada nela a essa hora, nem mesmo tratores. Eu pisei fundo no acelerador e o potente motor V8 do Shelby respondeu com um rugido inacreditável. Senti meus ombros sendo jogados fortemente para trás e o velocímetro marcava 110 MPH. Cinco minutos mais tarde eu avistei os primeiros penhascos e tirei o pé do acelerador. Sempre tive pavor de dirigir em regiões montanhosas, reduzi para terceira, depois para segunda, quando Shelby passou pela primeira curva fechada. A estrada começou a ficar íngreme, as curvas foram ficando mais perigosas, meus braços começavam a doer de tanto jogar a direção para um lado e para o outro.
Então, quando eu estava terminando de fazer a curva, uma mulher apareceu derepente na frente do carro. Estou
a 75 MPH e a mulher estava próxima o suficiente para se transformar num ornamento do asfalto. Rapidamente pisei no freio, mas mesmo assim ainda bateria nela, então rapidamente joguei o carro para o lado. O motor se desligou quando bati e, por diversos segundos, parei para sentir os ossos quebrados e as feridas, mas felizmente não havia nenhum. Coloquei minha atenção para a menina, aparentemente ela tinha desmaiado e estava deitada no asfalto.
Eu saí correndo em direção a ela e, quando me aproximei, observei com horror que seu corpo inteiro foi coberto
com as feridas, mordidas por todo o seu corpo! Eu vi de perto os seus ossos, que saíam pela pele, e o sangue, saindo de suas artérias. Eu olhei para trás com náuseas, ajoelhei-me ao seu lado. Levanto a sua mão perguntei:

-"Oh meu senhor, o que aconteceu com a senhora?"

-"Ele...". Seus lábios formavam uma palavra, mas o som não saia... Sua garganta havia sido arrancada! Eu
tentava não olhar para a parte mais baixa de seu corpo, quando subtamente vejo que seu estômago tinha sido arrancado, como se um grande tubarão branco o tivesse mordido, todos os seus órgãos internos estavam na pista, junto com uma imensa poça de sangue. Minhas mãos e braços estavam completamente cobertos com o sangue pegajoso, já não conseguia nem respirar, o ar já estava ficando denso, devido ao fato que seus intestinos estavam todos para fora. Quando finalmente pensava que esse pesadelo não teria como ficar pior, um terrível grito rompe a escuridão da noite.

Olho em direção do grito e acho um velho conversível, parado, com a capa do topo no meio da estrada. Na luz
da lua vejo um animal imenso pulando para fora do carro. No início penso que é um lobo, então vejo que a coisa era pelo menos duas vezes maior que um lobo normal. O motorista começou a gritar novamente, eu conseguia ver seu braço balançado enquanto tentava lutar com a besta.

Então, de repente, tudo ficou quieto. Eu agarrei minha Beretta automática que estava no porta luva da Shelby e
fui em direção ao conversível. À meio metro de distância do carro, atiro para cima, para tentar assustar a besta. Ela olha para mim e dá um grito. Seus olhos eram vermelhos, lembravam o inferno, parecia que suas pupilas estavam lotadas de sangue, e ainda possuíam tiras amarelas, que lembravam chamas horríveis. De repente saiu da boca do animal um grito brutal. "Kuooon". Esse grito fez a minha coluna gelar.

-"Fique frio", falei para mim mesmo. "Você está armado com um revólver e ela não". As possibilidades são de
que a besta nem saiba o que seja um revólver. "Você, Chris Redfield, está no comando..." A Besta saiu do carro e veio em minha direção, com um olhar terrível. "Ou não...". Num piscar de olho a besta já estava dois passos mais próximos. Eu conseguia sentir agora o seu cheiro, era horrível, como se algo estivesse podre. Era o cheiro da morte. Estava na hora de agir. Ergui minha pistola com as duas mãos, respirei fundo e atirei sem piedade na cabeça da criatura...

Nada. Nenhuma gota de sangue, nenhum pedaço de pele ou ossos. Parecia que eu tinha jogado pipoca na besta.
Tenho certeza que acertei todos os tiros, afinal, estava muito próximo da coisa, mas não havia se quer um buraco de bala na besta. Porra, ela parecia que nem tinha sido atingida. Que coisa diabólica era essa? Esvaziei minha pistola no animal, e já estava no ponto de sair correndo em direção ao meu carro, quando de repente a besta parece que perdeu o interesse de brincar comigo. Ela deu um grito final, sumiu no meio das árvores.
Durante um bom tempo fiquei naquele local tremendo, não conseguia me mover, e estava suando como louco.
Respirei profundamente e comecei a me acalmar, recarreguei minha Beretta e me aproximei do conversível com cuidado.

O motorista estava morto, obviamente. Estava todo rasgado, como a mulher que estava na estrada. Parte de seu rosto estava faltando e um de seus olhos estava pendurado e balançando. A luz da lua estava brilhando justamente na metade da sua cabeça onde estava faltando um pedaço, dava para ver nitidamente o seu cérebro, que estava brilhando num tom de rosa. O resto do seu corpo parecia que tinha passado por um triturador, estava todo espedaçado. Não tinha como você reconhecer aquilo como um ser humano.
Eu vi vários mortos ultimamente, cinco, contando com as duas pessoas que acabaram de morrer na minha frente.
O primeiro corpo eu vi há seis meses atrás. Foi quando comecei a investigar esses estranhos casos! Realmente a palavra "estranha" não cai bem à essas matanças. Algo sinistro está acontecendo aqui, alguma força sobre-humana está fazendo isso, não tem como ser um ser humano. Estou trabalhando 18 horas por dia nesse caso, mas até agora nenhuma resposta, nem sequer uma pista, até agora a única coisa que eu consegui foi um bando de repórteres que estão no meu pé, que ficam falando que não estou trabalhando o suficiente neste caso. Acho que isso é normal quando você é um funcionário público.
Voltei para o meu carro e informei pelo rádio o acontecimento. Eu não podia sair do local do crime, então fiquei até ouvir as sirenes. Quando ouvi o som se aproximando, liguei o carro e fui em direção ao Victory Lake. Mas agora não tinha como eu estar na hora certa.

Capítulo Dois: O Colar
-"Billy!", perto do lago eu gritava pelo seu nome, sabia que estava atrasado mais de uma hora e meia para onosso encontro. Nenhuma resposta, do mesmo jeito que não havia tido uma resposta aos meus antigos chamados. A noite
ainda estava quente e eu conseguia sentir o meu suor escorrendo pelo meu queixo. Virei-me e olhei para o estacionamento. O único carro que via era o meu Shelby. Teria Billy cansando de me esperar e foi embora? Ou talvez ele escondeu seu carro no meio das árvores, assim ninguém saberiam que estava lá? Peguei a minha lanterna e comecei uma busca no meio das árvores e arbustos. Procurei durante uma hora, mas não encontrei nada, exceto memórias.

Eu e o Billy costumávamos brincar nesse parque, nosso lugar favorito era a casa dos barcos, perto da margem do
lago. Tenho a sensação que seria melhor dar uma olhada por lá...
As dobradiças da porta rangiam enquanto eu entrava naquele prédio sombrio e ligava a minha lanterna. Varri a
luz em torno do interior. Havia vários barcos e canoas, a maioria muito danificados, alguns pareciam estar ali há tanto tempo que possuíam teias de aranha por todo o barco. O resto do espaço da sala está ocupada com o que parecia ser peças de motores e ferramentas de manutenção.
-"Billy, você está aqui?", eu o chamava desesperadamente, mas só conseguia ouvir o eco da minha própria voz.
-"Billy, sou eu, Chris". Nenhuma resposta.

Já tinha notado que essa noite tinha o cheiro da morte. O som do vento passando pela madeira da casa, o
barulho que fazia na floresta era aterrorizante, não agüentava mais estar nesse local, foi quando eu estava preste a sair da casa que sem querer direciono a luz da lanterna para o chão e vejo uma coisa metálica. Aproximo para ver o que é. É um colar de ouro, com uma moeda, também de ouro, pendurada. Peguei o colar com minhas mãos. Não conseguia ver mais nada, apenas o sangue que ficava aparecendo direto na minha mente. Descubro que moeda que estava no colar é a mesma que eu dei para o Billy e sua noiva, Rose, na sua festa de noivado. Não tinha como essa moeda ser a da Rose, já que ela tem pavor de água, então isso sem dúvida alguma era uma prova de que Billy está vivo e que eu decepcionei um amigo!

Com a prova de que o Billy estava vivo entrei em pânico. Não tinha uma pista de que tipo de problema ele
estava envolvido e o quanto de minha ajuda ele estava precisando, ainda não estava conseguindo ver qual seria a conexão do Billy com essa série de mortes tão brutais que estavam acontecendo em Raccoon! Sem mais pistas do que fazer e do que procurar, decidi voltar ao local do acidente e ver o que os oficias descobriram até agora...
Cinco carros da polícia, um caminhão de reboque e um vagão do IML estavam estacionados ao longo da estrada.
Estaciono o meu Shelby atrás de um carro dos S.T.A.R.S e passei pelo cordão de isolamento.

-"Você finalmente voltou". Uma voz masculina falou por cima do rádio da polícia. Virei e olhei fixamente para a
cara do chefe de polícia Iron Brian, comandante da polícia de Raccoon, ele é o responsável pela criação dos S.T.A.R.S.
-"Redfield, você foi o primeiro a chegar no local", ele disse. "Poderia me dizer porque você saiu do local do crime?"
-"Eu pensei que tinha visto o assassino e saí correndo atrás dele", não contei sobre o Billy porque não estava
seguro o suficiente para revelar isso.
-"Então, você viu o assassino?"
-"Vi algo que parecia com o assassino."
-"Você não está fazendo muito progresso em relação a estes assassinatos, está Redfield?", falou, naquele tom
superior dele, ele se acha demais só porque criou os S.T.A.R.S., só que ele não sabe que a equipe inteira o odeia. Ele se achava o máximo, para ele não teria como alguém o superar.
-"Você quer cuidar do caso por mim, chefe? Um homem com o seu talento e credibilidade resolveria o caso em
aproximadamente uma hora"
-"Não me dê esse seu tom sarcástico Chris!"
-"Chefe, pára de pegar no meu pé!" Por um momento ele olhou para mim como se fosse um xerife do velho oeste
louco para acabar comigo! O homem era um ego andante, andei ouvindo que ele iria se candidatar a prefeito na próxima eleição. Dez anos atrás, a cidade de Raccoon era uma comunidade de agricultores, foi então quando a Umbrella Corp veio para a cidade e criou uma divisão de pesquisa. Derepente havia casas, prédios, lojas pipocando por tudo que é canto da cidade. Qualquer um soube o que estava acontecendo. Antes mesmo do pessoal perceber, metade da população da cidade estava dependendo de certa forma da Umbrella para sua subsistência. De repente surgiu a necessidade de prefeito para a cidade e isso virou uma batalha de políticos para conseguir esse poder. Como a população cresceu, a criminalidade aumentou. A Umbrella achou melhor criar uma força tarefa, onde ela patrocionaria metade e a prefeitura a outra, então assim surgiu a equipe S.T.A.R.S. Brian foi o primeiro comandante da unidade e então, dois anos depois, foi promovido a chefe de polícia, e o misterioso tenente Albert Wesker o substituiu como líder dos S.T.A.R.S.

-"Redfield, eu cuidarei de você mais tarde!"
-"Não posso esperar por isso senhor!" Ele começou a dizer algo, mas observou que os repórteres estavam
chegando. Aqui estava mais uma chance dele conseguir mais um pouco de atenção da mídia. Ele não iria perder essa
chance para ficar discutindo com um detetive dos S.T.A.R.S.
-"De sua explicação em relação ao andamento do caso para o chefe dos deputados que está cuidando da parte
criminal da cidade", ordenou e saiu em direção aos repórteres. Consegui ouvir as primeiras declarações dele para os
jornalistas. Falou como que ele e sua equipe estavam trabalhando arduamente para resolver o caso, ele falou tão bem que eu achava melhor ele estar trabalhando como ator ao invés de chefe de polícia!
Alguns minutos mais tarde vi o chefe dos deputados discutindo com Brian, com a mesma raiva que eu sentia
pelo chefe. Acho que ele sentiu que eu olhava para ele, então ele veio em minha direção com um olhar pensativo e
desafiador.

-"Chris, eu soube que você estava no aqui durante os acontecimentos."

-"Yeah. Quase que atropelei a garota."

-"Nós encontramos cartuchos de balas na pista. Por acaso foram da sua arma?"

-"Provavelmente. Eu esvaziei o cartucho no assassino."

-"Então você viu o homem responsável por isso."

-"Eu não disse que era um homem."

-"Páre de fazer brincadeiras." Olhei para o chefe, estava tentando adivinhar o que ele iria fazer depois de ouvir o
que eu tinha pra dizer. Só tem uma maneira de saber...

-"Eu não acho que foi um homem que matou essas pessoas."

-"Você quer zoar da minha cara rapaz?"

-"Aquilo não era humano, era algum tipo de animal, uma besta preta extremamente forte, parecia com um
cachorro, mas era muito grande. Simplesmente a coisa mais assustadora que eu já vi em toda minha vida."
O chefe disse: "Se parecia com um cachorro, talvez fosse um ou quem sabe um lobo, ou outro tipo de predador!
Quanto às mordidas, podem ter sido causadas por lobos."

-"Chefe, lobos podem morder ser humanos, mas sem dúvida alguma não existe doença para esses animais que
causem aquele odor horrível, o senhor não sentiu o cheiro daquela besta, parecia que aquilo estava em decomposição, podre. Era incrível a sua força, você não pode matar aquelas coisas com balas normais, parecem que elas são inofensivas para eles, esvaziei um cartucho inteiro na coisa e nada!"

-"Por que você não vem comigo à delegacia para a gente conversar? Aí você me conta essa história."

-"Não, obrigado. Prefiro ir para casa e dormir. Pela manhã lhe entrego um relatório explicando tudo." Eu me virei
e comecei a andar em direção ao meu carro. De repente aparece um repórter do nada veio em minha direção.
"Posso falar com você, Chris?", o jornalista perguntou. Esse era um repórter local de um jornal que eu conhecia
e até que gostava, mas não estava a ponto de falar com ninguém na hora. Já estava no carro, então liguei a ignição e estava
dando ré. "Chris, eu ouvi que você testemunhou os assassinatos", falou correndo em direção ao carro. "Quando os
S.T.A.R.S. vão fazer algo para proteger os cidadãos de Raccoon?"

-"Pergunte ao chefe Iron", eu falei acelerando a Shelby ao máximo. Na saída passei por Brian e vi a sua cara de
raiva. Isso me fez ganhar a noite! O velocímetro marcava 80 Milhas por hora quando finalmente tirei o pé do acelerador e deixei o carro ir vagarosamente pelo caminho, enquanto ia pensando nos acontecimentos. Tenho que encontrar o Billy, ele é a chave para esses acontecimentos. Eu estava convencido de que ele sabia porque esses assassinatos estavam acontecendo logo aqui em Raccoon e que algo aterrorizante vai me revelar, mas como eu irei encontrá-lo?

Capítulo Três: Delegacia, sala do Special Tactics e Rescue Squad

Os S.T.A.R.S. se encontram sediado no incrível prédio do Departamento de Polícia de Raccoon. Nosso
comandante é o misterioso e poderoso capitão Wesker. Ele dividiu a equipe em dois grupos, o Alpha e o Bravo. Ele
pessoalmente comanda a equipe Alpha, enquanto o tenente Enrico Marini comanda o Bravo. Como a maioria dos líderes fortes, Wesker exigiu imediatamente respeito e obediência total, e esperava que os membros do Alpha e Bravo obedecessem as suas ordens sem hesitação. Os dois times revezavam de turno, eram designados à casos diferentes, exceto quando algo grande acontecia as duas equipes eram designadas para o mesmo caso. A equipe Alfa hoje tinha uma missão, e quando eu cheguei no escritório pude sentir a tensão no ar. A história dos assassinatos já estava em todos os cantos do escritório e sendo considerado o maior caso de assassinato em massa da história de Raccoon. Observei que o capitão Wesker e Barry Burton, perito das armas da equipe Alpha e o responsável pela minha entrada na equipe, estavam no meio de uma discussão que parecia estar muito quente. A face do Barry estava vermelha, pegando fogo, pelo o que pude ver o Barry estava extremamente irritado!
-"Eu estou cansado de ficar sentado nesta porcaria de sala sem fazer nada enquanto um maníaco está aí do lado
de fora cometendo esses assassinatos horríveis", Barry gritava com Wesker.

-"Eu quero um pouco de ação, assim como todos os outros membros dos S.T.A.R.S. Pergunte para eles! A nossa
hora vai chegar Barry."
Então Wesker falou calmamente. "Eu quero encontrar os assassinos tanto como você, talvez até mais, mas nós
somos policiais e não vigilantes. Não importa o quanto a gente queira agir, temos que esperar uma ordem do chefe Iron."

Observei dois outros membros da equipe Alpha, Jill Valentine e Joseph Frost, que balançavam a sua cabeça ao
ouvir as declarações de Wesker. Normalmente um oficial não questiona a ordem ou pensamento de um superior,
principalmente se o superior é uma figura poderosa como Wesker, mas todos os membros da equipe estavam sendo
subestimados e achando que o Wesker duvidava da capacidade de investigação da equipe, afinal cada um tem uma
personalidade muito forte e original.

-"Você está nos dando a mesma resposta por meses!", foi o que Jill falou. Os seus olhos azuis brilhavam como
um diamante, desde o início eu gostei dela, do seu cabelo escuro e liso, do seu corpo bem esculpido e, principalmente, por causa de sua personalidade forte e marcante. Na realidade era uma policial resistente, inteligente, que tirou vários membros dos S.T.A.R.S. do perigo.

-"Yeah!", Joseph continuou o argumento da Jill. "Toda vez que tocamos no assunto você vem com esse ar
autoritário e com essa mesma resposta."

-"Não funcionaria sem um comando principal", Wesker disse com calma. Ele era desse jeito: frio, calmo, sempre
convicto de suas idéias. Você nunca se sabia o que o homem estava pensando. Era desse jeito, o que ele estivesse pensado ou tivesse na mente seria daquele jeito e não tinha quem mudasse isso.
-"AS coisas mudaram desde a última noite", Jill falou. "Um membro da equipe S.T.A.R.S, o Chris, viu o
assassino com seus próprios olhos. Isso não conta?"

-"Eu não sei", Wesker falou, olhando para mim. "O que você viu Chris, vale alguma coisa para o caso?"
Eu hesitei, sentindo todos os olhos em mim. Estava certo que ninguém na sala iria acreditar na minha história.

Barry falou gentilmente:
-"Se tem alguma maneira de acabar com esse caso, temos que saber o que você viu Chris." Eu respondi:

-"Certo, mas já estou avisando o que eu tenho para dizer vai criar uma confusão na mente de vocês!"

-"Nossas mentes já estão confusas", Jill brincou, "Afinal, foi assim que conseguimos nosso emprego aqui como
S.T.A.R.S." Ninguém agüentou e caímos na risada, isso foi bom porque quebrou a tensão na sala, e assim comecei minha história. Gastei vinte minutos explicando para os meus colegas o que eu testemunhei na noite passada, apenas não falei sobre o Billy, quero manter isso em segredo enquanto não descubro o que aconteceu com ele. No início o pessoal não acreditou muito na minha história, mas depois o pessoal começou a acreditar. Eles sabem que não sou de brincadeira, principalmente se tratando de um assunto tão importante como esse.

-"História interessante, Chris", foi o que Wesker disse quando terminei.

-"Você sabe o que dizem capitão, a verdade é mais estranha que a ficção." Ele meu deu um olhar bastante longo e
disse:

-"Ok, preciso de um relatório escrito e, sem dúvida alguma, Brian vai querer que você vá falar com ele, afinal
testemunhou o homicídio."

-"Entendido!", disse, então olhei para o Barry cansado e fui em direção da porta. Na metade do caminho ouço
alguém se aproximando, era a Jill.

-"Chris, eu quero falar com você", disse, com um olhar bastante curioso.

-"Qual é o problema Jill?"

-"Bem, a história que você contou no escritório não me pareceu completa."

-"O que você acha que eu estou escondendo?"

-"Não sei, apenas acho que você está escondendo algo...", ela era esperta, não adiantava tentar esconder algo
dela, sempre descobria.

-"Você já está sofrendo da síndrome do policial, você suspeita de tudo e de todos!"

-"Após ter testemunhado os assassinatos, você chamou a polícia, certo?" Ela já estava desconfiando de algo, eu
tinha que responder.

-"Yeah, foi o que aconteceu."

-"Você então continuou a perseguir o assassino com o seu carro."

-"Isso."

-"Mas você falou que a besta se escondeu entre as árvores. Você poderia me explicar como você conseguiu entrar
com o seu Shelby dentro da floresta? E porque você voltou à cena do crime?"

-"Pensei que poderia ajudar."

-"Sei..."

-"Sim! Qual é Jill? Eu vou completar a história quando for a hora certa!"
O som de crianças brincando no parque ressonou através do longo salão. Jill ficou abalada. Vagarosamente ela
andou em direção a janela e olhou tristemente para fora. As luzes que entravam pela janela formavam raios dourados que iluminavam o seu cabelo, dando uma aparência celestial à ela, e apesar do interrogatório de ainda a pouco consegui sentir o que passava em sua mente. Jill amava as crianças e elas também a amavam. Várias de suas escapadas como membro dos S.T.A.R.S. iam parar no noticiário local e milhares de jovens achavam que ela era uma heroína e a idolatravam!

Então o barulho do riso de uma menina ecoou no salão e me recordei porque Jill estava assim, tão triste. Ela fez
uma amizade muito grande com duas meninas que eram suas vizinhas. Jill tinha se transformado na segunda mãe delas e, infelizmente, foram as primeiras vítimas da besta. Elas tinham saído para o acampamento com os seus pais e foram andar entre as árvores, onde uma hora depois foram encontradas totalmente estraçalhadas.

-"Você está bem?", perguntei.

-"Eu estava pensando na Becky e Priscilla... Sabe Chris, eu vi seus corpos no IML, seus pequenos olhos antes
cheios de vida só tinham medo e morte."

-"Me desculpe Jill. Eu sei o que aquelas crianças significavam para você."

-"Eu sei", ela disse, "Bem, Chris não estou chegando a lugar algum com você, então até mais tarde."

-"Jill, me dê mais um tempo", disse, "Eu acho que encontrei uma das peças do quebra cabeça, mas ainda não
tenho certeza. Assim que eu souber o que ela significa te aviso."

-"Suponho que devo me contentar com isso", ela falou.

Capítulo Quatro: Procurando Respostas

Eu precisava de mais informações sobre o Billy, então decidi prestar uma pequena visita surpresa a Umbrella.
Seria mais uma “visita de mexer”, para ver o tipo de informação que conseguiria. Enquanto eu estava dirigindo ao longo da estrada em direção ao complexo da empresa, comecei a analisar o que eu sabia em relação a eles. Primeiramente, de uma forma nada comum.

A Umbrella financiava a construção de novos edifícios municipais, hospitais extremamente avançados, escolas
modernas e até a nova sede da prefeitura foi construída com dinheiro deles. Normalmente uma cidade com apenas 300 mil habitantes não haveria uma base suficiente de impostos para pagar por todos estes luxos, mas a Umbrella, pondo o seu dedo em tudo, insistiu em ajudar no crescimento da cidade. O complexo da companhia apareceu no final da curva, então diminui a velocidade para dar uma olhada no prédio. A estrutura mais imponente era, sem dúvidas, o prédio principal, com 20 andares, suas paredes de tijolos coloridos formavam o seu famoso símbolo. Ele tinha uma aparência incrível, que exalava a superioridade e poder, mas ali morava algo cruel e imperdoável. Eu estacionei o Shelby perto da entrada do edifício. A área da recepção tomava quase que todo o andar térreo, sem dúvida alguma essa área foi feita para impressionar qualquer visitante, a meio metro dali eu encontrei uma linda morena, que soltou um belo sorriso. Hey, um convite é um convite. Literalmente patinei pelo granito altamente lustrado até a sua mesa.

-"Bem vindo a Umbrella.", ela disse com um daqueles sorrisos perfeitos no rosto. "Como posso eu ajudar?" Olhei
seriamente para ela e disse:

-"Um amigo meu chamado Billy foi um dos passageiros que estava a bordo do jato da Umbrella que caiu há três
meses atrás."

-"Sim, foi uma terrível tragédia", ela falou, "Eu sinto muito por seu amigo ser uma das vítimas."

-"Obrigado. Eu estou cuidando da documentação dele e gostaria de saber alguns detalhes em relação ao emprego
do Sr. Rabbitson, como qual função ele exercia na Umbrella. Você sabe? Existe alguma política de seguro incorporado? Plano de aposentadoria? Esses tipo de coisas..."

-"Deixe-me ver se alguém do departamento de recursos humanos pode lhe ajudar", ela disse, pegando o telefone.
Examinei sua mesa enquanto falava pelo telefone: um retrato de um velho casal, provavelmente o pai e a mãe, rolodex, relógio, duas almofadas e uma pequena planta. Uma garota arrumada. Colocou o telefone no lugar.

-"Senhor Redfield, eu estou enviando o senhor até o departamento de recursos humanos. Pegue o elevador à
esquerda, décimo segundo andar. Alguém estará esperando pelo senhor." Agradeci, cruzei o lobby e fui direto em direção ao elevador. Havia uma secretária me esperando no 12° andar. Ela me mostrou um canto do escritório onde o diretor de recursos humanos estava me esperando, por trás de uma mesa de mogno gigantesca.
Ele se levantou com um sorriso falso, sua mão saiu cuidadosamente do seu terno de luxo e se apresentou como
Reginald Johnson. Apertamos as mãos e ele me mostrou um sofá que estava próximo a sua mesa.

-"Eu compreendo que você está procurando informações sobre o falecido Sr. Rabbitson" disse, enquanto eu
afundava no sofá, que aliás era de couro. "Posso perguntar qual é o seu interesse no caso?"

-"Sou um amigo velho do Billy, como também procurador do dos bens dele", eu disse. Porcaria, melhor metade
da verdade do que nada. "Eu estou aqui encontrar qualquer tipo de seguro ou aposentaria em relação ao senhor Rabbitson através da Umbrella."

-"Toda essas informações foram emitidas à família do Sr. Rabbitson logo após o acidente", Johnson disse.

-"Certamente, como procurador, você deve ter recebido cópias de todos os registros pertinentes." Merda! Tinha que achar uma saída para isso.

-"Realmente, sim, eu vi as informações que você mencionou, quis apenas perguntar isso pessoalmente para ter
certeza de que fiz tudo o que podia, tenho que fazer tudo certo para meu velho amigo, concorda?" Todo momento que eu falava Johnson olhava para mim como ele soubesse que eu estava mentindo.
"Eu tenho uma reunião programada em alguns minutos, Sr. Redfield. Há qualquer outra coisa em que eu possa
lhe ajudar?"

-"Apenas uma coisa. Billy estava envolvido em uma nova pesquisa, o que era exatamente essa pesquisa e o que
ele fazia nela?"

-"Não sei. Meu trabalho é com recursos humanos, e não pesquisa."

-"Eu só pensei que você poderia ter ouvido falar sobre isso."

-"Me desculpe, como amigo próximo do senhor Robbitson posso consolar o senhor dizendo que todos nós da
Umbrella tínhamos uma grande admiração pelo trabalho exercido por ele, como um pesquisador dedicado e talentoso, e sua contribuição à empresa, como também sua personalidade amigável, fará falta a todos nós." Analisei o cara o tempo todo. Ele era um burocrata, um daqueles funcionários de terno de vital importância para o funcionamento suave da empresa. Ele provavelmente já aumentou várias vezes a verdade em seu trabalho, mas não acho que ele seja um mentiroso. Ele realmente acredita que o Billy está morto. Levantei-me.

-"Infelizmente o corpo do Billy nunca foi encontrado", disse, tentando forçar ele, "Eu digo, sem corpo nunca
saberemos o que aconteceu, o que levanta uma certa dúvida..."

-"Eu garanto que não existe nenhuma dúvida em relação a isso. Todos os corpos recuperados estavam muito
danificados, a ponto de serem irreconhecíveis. O legista teve que literalmente adivinhar que parte do corpo pertencia a quem. É possível que uma parte do Sr. Rabbitson tenha sido enterrada no caixão de outra pessoa."

-"Mas você não pode ter certeza que alguma parte do Billy tenha sido enterrada, já que estavam irreconhecíveis."

-"Sr. Redfield, mesmo que seu amigo tenha sobrevivido ao acidente ele teria morrido afogado ou congelado,
perdido no meio do lago." Pedi licença.

-"Eu tomei muito do seu tempo Sr. Johnson, se qualquer coisa em relação ao Billy surgir, gostaria que o senhor
ligasse me avisando."

-"Certamente. Poderia me informar seu endereço e número de telefone, por favor?" Eu pensei em dar o endereço
da minha casa, assim ele não saberia que sou um policial, mas então cheguei a conclusão que não adiantaria mentir agora, afinal sem dúvida alguma irei encontrar ele durante o processo de investigação e não ganharia nada mentindo.

-"Estou com a unidade S.T.A.R.S. do DP da cidade de Raccoon", eu disse, escrevendo abaixo o número da
central. "Talvez você já tenha ouvido sobre nós." Ele me olhou surpreso, mas com uma voz bem entoada falou:

-"Sim, certamente, e digo que é uma honra falar com um dos membros da elite da luta contra o crime em
Raccoon." Enquanto saía, falei :

-"A honra é toda minha Sr. Johnson. A Umbrella Corp sempre nos deu suporte e somos gratos por isso."

-"De modo nenhum." Nos cumprimentamos e disse-mos adeus, enquanto me virava em direção à porta. Então,
quando estava no meio do caminho, dei uma alfinetada:

-"Ah, tem mais uma coisa. Se o Billy realmente estiver morto, eu acho então que posso cancelar a assinatura de
todas essas publicações científicas em seu nome?..." A pergunta pareceu chocá-lo, o que eu pretendia.

-"O que você quer dizer com se ele estiver morto? Por que você ainda duvida disso?"

-"Eu duvido de tudo, Sr. Johnson" disse, abrindo a porta, "Afinal, eu sou um policial!"

Capítulo Cinco: Mortos Vivos?

Minha primeira parada foi em casa. Eu precisava de uma camisa nova e de alguma coisa. Não consegui nenhum
dos dois, ao invés disso encontrei um jornal da tarde me esperando nos degraus da minha casa. A matéria da capa falava sobre mim: "Oficial dos S.T.A.R.S atropela assassino".

Eu não "atropelei" o assassino, apenas o descobri. Existe uma diferença muito grande nisso. Maldito repórter.
Peguei o jornal e levei para dentro. Fui para minha cadeira, com imitação de couro, e comecei a ler o artigo da capa. A partir do parágrafo do meio estava a ponto de fritar alguém de tão irritado que estava. O escritor me chamou de tudo, até de incompetente porque "enquanto saía numa corrida idiota o assassino fugia". Isso é muita porcaria par agüentar. Para piorar ainda mais, na matéria o repórter citou Brian várias vezes. Obviamente o cara não conseguiu segurar o seu ego.

Parecia que ele já estava preparando o seu discurso de prefeito. Eu joguei a porcaria do jornal no lixo e fui ver as mensagens que tinha na secretária eletrônica. Haviam oito mensagens esperando, seis de repórteres, uma da minha irmã, Claire, e uma do comandante, Albert Wesker. Eu fiz uma nota mental para ligar para a Claire e ignorar o resto. Enquanto estava escutando a última mensagem, senti um calafrio no meu pescoço. De repente tive aquela sensação que você tem quando sente que tem alguém está te observando. Olhei o redor, mas não tinha ninguém na sala. Olhei na casa inteira, mas não tinham ninguém em nenhum canto.

Talvez eu estivesse começando a ficar paranóico, mas mesmo assim ainda sentia que alguém ou alguma coisa
esteve na minha casa, ou que ainda estava lá. Eu entrei em meu quarto e fui no meu baú de mogno onde eu guardo minha Remington 12 e minha pistola de Colt-45. Trouxe ambas as armas para a sala e carreguei-as. Estava afastado da janela e colocando o último cartucho na 12 quando senti que continuava sendo vigiado. Sentia que tinha alguém olhando fixamente para mim, parecia que tinha carvão em brasa nas minhas costas. Eu me virei e olhei fixamente pela janela, mas não havia nada lá fora, a não ser folhas sendo carregadas pelo vento. Eu virei para trás para pegar a 12 quando ouvi o som do o vidro quebrando e, ao mesmo tempo, vi algumas mãos passando pela janela. Antes que eu pudesse me virar, elas me pegaram pelo pescoço, por trás. As mãos eram fortes e pareciam vigas de aço esmagando meu pescoço.

Incapaz de retirar essas mãos do meu pescoço, já não conseguia respirar e estava prestes a desmaiar com falta
de oxigênio. A arma então caiu da minha mão e derepente, como se todos os túmulos do cemitério de Raccoon tivessem sido abertos, comecei a sentir o cheiro de podre, cheiro carne humana podre. Eu conseguia ver o braço estendido da criatura. A pele tinha deixado de ser branca e passou para preta, e ambos os braços foram cobertos com vários cortes profundos. Já tinha visto braços como aquele antes em uma vítima que foi assassinada e seu corpo foi descoberto vários dias depois de sua morte. Meu sangue parecia ter virado gelo. Eu estava sendo atacado por alguma coisa que se parecia e cheirava como um corpo humano. Enquanto tentava retirar essas mãos do meu pescoço, derepente um pedaço grande de carne veio na minha mão, que revelava músculos e tendões abaixo da pele. Já estava começando a desmaiar, tinha que fazer algo para sair daquela situação, tinha que retirar essas mãos do meu pescoço. Um bar? Perto da janela estava o mini bar, em cima do balcão uma garrafa de Jack Daniels.

Peguei-a e joguei pelo meu ombro, onde provavelmente estaria a cabeça dessa criatura. Um grito bem alto e meio humano de dor correu pela sala, enquanto a criatura soltava meu pescoço e saía da janela. Peguei a 12 e saí correndo pela porta. Estava determinado a acabar com a raça daquela coisa antes que ela conseguisse se recuperar. Do lado de fora a sensação de morte e podridão era ainda mais forte. Eu girava a 12 de frente para trás enquanto me aproximava da janela. Estava pronto para encher a criatura com 12 balas, só tinha um problema: ela não estava mais lá. Apenas os cacos de vidro e as marcas de que alguma coisa esteve ali. Totalmente confuso, estava a ponto de entrar em casa quando eu ouvi um ruído que vinha das árvores perto da minha propriedade. Virei-me e ouvi um segundo som, mais alto desta vez. Parecia um galho quebrando ou algo do tipo que agarra. Entrei em alerta e, segurando a 12 com as duas mãos, gritei naquela direção:

-"Saia daí ou eu vou atirar!"

-"Chris, pelo amor de Deus, não atira! Sou eu."

-"Eu quem?" Uma figura familiar surgiu das árvores.

-"Jill, seu idiota." Eu coloquei a 12 para baixo.

-"Como eu iria saber que era você? De qualquer maneira, o que você estava fazendo se escondendo entre as
árvores?"

-"Eu não estava me escondendo, peguei apenas um atalho para chegar à sua casa. Minha Harley quebrou a
aproximadamente uma milha daqui." Ela parou por uns instantes e perguntou:

-"Que fedor terrível é esse?"

-"É uma longa história Jill", eu disse, não querendo dizer que tinha sido atacado por um defunto. Imaginei que,
como membro da equipe S.T.A.R.S., ela encontraria a resposta para essa pergunta rapidinho.

-"Olha, tenho algo super importante para fazer. Posso deixar você em algum canto?" Jill ficou com uma olhar do
tipo da Rocha de Gibraltar, um fixo, que diz que somente a destruição total do planeta iria tirá-la dali.

-"Por que você esta tão ansioso para se livrar de mim?"

-"O que faz você pensar isso?"

-"Pare com essa porcaria Chris. Eu te conheço, você esta trabalhando em alguma coisa, mas não quer revelar.
Você sempre foi um lobo solitário."

-"E você quer se juntar a es se lobo?"

-"Eu mataria por isso!" Eu não precisava perguntar quem ela mataria.

-"Você é quem sabe...” Jill, é uma pessoa bonita, mas sempre consegue me ameaçar. “Você está dentro."

-"Apenas isso?"

-"Apenas isso. Vamos, no caminho eu te conto tudo o que está acontecendo."

-"Para onde estamos indo?"

-"Isso faz parte da história." Eu liguei o Shelby, pisei no acelerador e saí cantando pneus no gramado da frente. O
esportivo saiu berrando pela estrada, rápido que nem um foguete, jogando Jill para trás em seu banco.

-"Que danado é isso? O Batmóvel?", gritou, através do ruído do vento.

-"Havia uma chamada de Wesker na minha secretaria eletrônica.", falei, "Você sabe o que ele quer?"

-"Sua cabeça na parede dele."

-"Algum motivo particular?"

-"Você poderia fechar a janela para que eu possa ouvir alguma coisa?" Fechei-a.

-"Melhor agora?"
-
"Graças a Deus sim, mais cinco minutos e eu teria que usar pelo resto da minha vida um pacote da bateria atrás
de minhas orelhas!"

-"Então, porque o Wesker esta tão irritado assim?"

-"Por diversas razões. Número um: Brian está querendo saber dele para onde você foi depois dos assassinatos.
Você não explicou isso a ninguém, inclusive a mim."

-"E qual seria a segunda razão?"

-"Aparentemente o chefe do departamento de recursos humanos da Umbrella ligou para o Brian para queixar-se
sobre sua visita imprevista. Naturalmente, você não utilizou os caminhos normais e Brian simplesmente teve uma crise de
nervos."

-"Então deixe -me adivinhar: Brian ligou para o Wesker e esquentou a orelha dele, agora ele está furioso comigo."

-"Você sabe como Wesker é super controlado. Ele está furioso, mas você nunca pode saber pela face dele ou pela
maneira de agir. Ele é suave como seda e forte como aço."

-"Alguma coisa a mais que eu deva saber?"

-"Sim. Wesker mandou levar você pessoalmente ate a central."

-"Então era por isso que você estava indo para minha casa..."

-"Isso. O homem está querendo ver você o mais rápido possível."

-"Ele vai amar saber que enquanto ele estava esperando nós fomos dar um passeio."

-"Para o nosso bem é melhor que você saiba o que está fazendo Chris! Você sabe do que eu estou falando?"

-"Se nós descobrirmos algo importante seremos os queridos da mídia, Brian e Wesker não vão ser atrever a
mexer com agente, mas se chegarmos com as mãos vazias vão haverá duas cabeças penduradas na sala do Wesker!"

-"Se é para eu ser decapitada viva, seria bom eu saber por que, você não concorda Chris?" Durante os dez
minutos seguintes contei tudo o que sabia.

-"Isso é tudo que eu posso contar para você.", finalizei, "Estou certo que meu velho amigo, Billy, não está apenas
vivo como também ele tem alguma coisa haver com os terríveis assassinatos que aconteceram."
-"É tudo tão fantástico...", Jill disse, "Se eu não te conhecesse diria que você inventou tudo isso."
-"Eu só espero que seja verdade.", disse.

Nós propusemos várias teorias do que estava acontecendo, depois ambos ficamos em silencio profundo
enquanto nos aproximávamos da cabana do Billy. Poucos minutos depois nós cruzamos uma ponte e estávamos chegando perto do local. Enquanto saíamos do carro, olhei para a área em torno do estacionamento.

-"Nenhuma marca de pneu", observei. "Parece que ninguém veio aqui por um bom tempo." Jill chegou na porta
da frente da cabana, se virou e falou:

-"Choveu ontem à noite Chris, a legião francesa poderia ter passador por aqui e mesmo assim não teria uma
marca sequer.

-" Eu me sentia realmente um burro. Um momento depois, senti-me ainda mais burro quando tentei abrir a porta
da frente e vi que estava fechada, Jill não conseguiu resistir.

-"Você esqueceu de pegar a chave com a Rose, não estou certa?"

-"Sim, você também é tão cruel..." Jill olhou para cima, respirou bem fundo e pegou um canivete do bolso. Foi
até a fechadura e dois segundos depois a porta estava aberta.

-"Depois de você Chris", ela falou, com aquela voz cínica. Tive que engolir meu orgulho e passei por ela. Dentro
da cabana o ar tinha um cheiro de coisa velha, como se fosse uma mala que estivesse há muito tempo lacrada.

-"Billy!", eu gritei, "Você está aqui? É o Chris!" Apenas o eco me respondeu. Virei-me em direção à Jill. "Eu vou
para o segundo andar, você vasculha aqui em baixo."

-"Espera Chris", falou apontando em direção a várias latas de cervejas jogadas no chão. "Essas latas parecem
serem bastante novas!" Eu me aproximei e peguei uma.

-"É a marca favorita do Billy. Não que isso prove alguma coisa. Ok, continuaremos com o plano, estou indo para
o segundo andar." Vasculhei os dois quartos e o banheiro no segundo andar. Voltei então para o térreo e vi Jill vindo pela porta da cozinha. "Encontrou alguma coisa?", perguntei. Jill balançou a cabeça.

-"Nada fora de lugar. E você?"

-"Zero. Talvez devêssemos..." parei no meio da sentença, um ruído de terror primal entrou pela sala, o cheiro de
podridão também. Jill também sentiu. Ela olhou para mim, em pânico.

-"São eles, não são?"

-"Sim. Agora silêncio. Precisamos ouvir, saber de que direção estão vindo." Momentos depois os ouvimos, lá fora, no jardim. Mas não era um som normal, pareciam que eles não tinham força para levantar os pés, e não parecia que era apenas um, e sim de quatro à cinco! Nós estávamos parados, olhando atentamente para a porta da frente. Do lado de fora um coral de gritos e ruídos começaram a surgir. Um som diabólico dos mortos. Nos preparamos para o ataque e segundos depois as criaturas entraram. Eles vieram em nossa direção como um bando de Pit-Bulls de duas pernas. Eu conseguia ouvir os gritos da Jill enquanto ela batalhava por nossas vidas. Durante a luta com duas criaturas, consegui olhar para o rosto deles pela primeira vez. Tinham a face toda melada de sangue, o queixo totalmente quebrado e os olhos pareciam um tipo de inseto. No lugar de caninos humanos tinham dentes longos, a ponto de conseguir triturar um corpo humano. Consegui arrancar o queixo de uma das criaturas, o cheiro da morte era insuportável. Estava perdendo a batalha com a criatura, e julgando pela voz desesperada de Jill, ela também. Já estava preste a desistir quando ouvi uma voz familiar.

-"Atire neles Chris!" No canto do meu olhar eu consegui ver o Billy perto da porta da cozinha. "Eles não são humanos", gritou, "São zumbis!" Usando o pouco de força que me restava consegui pegar minha 12 e "Boom! Boom!". Os dois tiros partiram os zumbis no meio, mas mesmo assim o resto da criatura continuou a vir em minha
direção.

-"Atire na cabeça deles Chris", Billy gritou. "É a única maneira de matar um zumbi." Apontei para cabeça da
besta, e "Boom!". A força do tiro foi tão grande que fez cacos de sua cabeça irem parar na parede do outro lado da sala. Mirei na cabeça do zumbi que estava atacando Jill e detonei a sua cabeça também. De repente ela caiu no chão. Corri para segurá-la.

-"Você está bem?"

-"Sim, eu acho", ela sussurrou, colocando a mão no pescoço, falou, "Eu preciso de um minuto." Um grito terrível
me trouxe de volta ao mundo real. Estava vindo do Bill; três zumbis o tinham cercado. Eles estão atacando violentamente seu pescoço, com seus dentes super afiados. Uma das mordidas abriu o pescoço do Billy e encheu o seu peito de sangue.

-"Vamos", eu gritei levantando Jill, "Nós temos que tirar esses zumbis de perto do Billy!"

-"De-me sua magnum Chris!", Jill gritou. Eu dei para ela a pistola.

-"Nós temos que concentrar os tiros. Mire na cabeça deles e esvazie sua munição, entendeu?"

-"Entendido!"

-"No três! Um... Dois... TRÊS!" O fuzilamento de nossas armas detonaram os zumbis mandando-os para longe
do Billy. Corremos em sua direção e o seguramos com nossos braços, levando-o para a cozinha. A Jill fechou a porta atrás de nós e deitamos meu velho amigo no chão. Juntos, Jill e eu conseguimos colocar alguns móveis para impedir a entrada das criaturas, depois fomos ficar ao lado do Billy.

-"Agüente firme, amigo", disse, "Nós levá-lo ao hospital, você vai sobreviver, tem que pensar assim Billy! Você
vai conseguir!"

-"Não... não adianta", Billy falou, com sua voz saindo pelo buraco em seu pescoço. Oh, Billy...

-"Tenho pouco tempo, então presta atenção e escute!" Jill e eu olhamos um para o outro, Billy estava certo, não
iria conseguir sobreviver. O melhor que poderíamos fazer seria ouvir o que ele tinha para contar.

-"Ok, Billy", falei suavemente. "O que você quer nos contar?"

-"Eu escapei."

-"Escapou? De onde?"

-"Do laboratório de pesquisa secreto", ele respirou. Um pouco de sangue começou a escorrer pelo canto da sua
boca. "Eu fui o único... Escapei." Minha mente estava confusa, mas pedaços do quebra-cabeça começavam a se encaixar. Se o Billy estava sendo perseguido por seu antigo chefe, eles estavam confiantes que ele faria uma ligação para um amigo confiável, e não demorou muito tempo até descobrirem que esse amigo era eu. Eles provavelmente grampearam minha linha e sabiam que eu iria me encontrar com o Billy no Victory Lake. Obviamente eles chegaram primeiro e plantaram aquele colar. Billy estava já apagando, sabia que ele não iria durar muito tempo.

-"A pesquisa que você estava trabalhando, ela está conectada a esses zumbis, certo?" Ele balançou a cabeça
fracamente.

-"Nós fomos forçados a criar um vírus."

-"Que tipo de vírus?", Jill perguntou.

-"T-Virus. Transforma humanos em zumbis." O sangue estava correndo pela boca dele como se fosse um rio.

-"Billy, você tem que nos contar como parar com isso."

-"Não... Não tem como parar..." Um último suspiro saiu dos pulmões do Billy e depois ele morreu... Olhei para
meu amigo de infância por um longo e terrível momento, depois fechei os seus olhos.

-"O que nós vamos fazer Chris?", Jill falou.

-"Vamos correr para o carro. Já carregou a arma?"

-"Sim."

-"Ok, nós vamos sair pela porta dos fundos. Eles ainda estão na sala, então não vão nos ver até chegarmos ao
estacionamento. Assim que nos chegarmos ao canto da casa, abra a porta da frente, eu quero colocar uma cortina de fogo para evitar que eles cheguem perto da gente. Pronta?"

-"Vamos lá!" Liderei o caminho através da porta dos fundos e também pela lateral da casa. No canto da casa, nós
paramos, pegamos nossas armas e começamos atirar que nem loucos. Enquanto corríamos em direção ao carro, o barulho da arma e os gemidos das criaturas eram altíssimos. Durante esses tiros, provavelmente uma das balas acertou o botijão de gás e "Boom!", vieram cacos de zumbis até próximo ao carro, mesmo assim um zumbi vivo chegou perto de nós e, com um tiro bem dado, a Jill mirou em seu rosto e detonou com sua cabeça! Chegamos no Shelby, liguei o carro e ouvi o barulho animal daquele motor. Enquanto isso mais zumbis se aproximavam da gente. Os dois últimos já tinham atravessado o jardim e estavam próximos do carro, foi então que pisei no acelerador e fui de encontro à eles. Com o impacto ele foi parar do outro lado da ponte, próxima à cabana. Coloquei cinco milhas de distância entre nós e os zumbis antes de reduzir a velocidade. Olhei para a Jill. A face dela ainda estava pálida, isso foi o suficiente para eu falar para ela:

-"Estou feliz que você estava comigo!"

-"Eu não."

-"Não, é verdade. Se eu estivesse sozinho ninguém iria acreditar que eu fui atacado por zumbis. Isso é muito surreal, mas com duas testemunhas o pessoal vai ter que pelo menos ouvir o que agente tem para contar. Eu não posso esperar para ver a cara do Wesker quando nós fizermos o nosso relatório. Eu nunca vi ele perder a calma, mas tendo um pacote de zumbis na jurisdição dele acho que vai fazer algum efeito." Sorri.

-"Não conte com isso, o homem é uma rocha! Você acha que ele vai acreditar na gente?"

-"Ele têm que acreditar", disse. "Se alguém esta usando um vírus para criar zumbis, vamos precisar do Wesker e
todos os outros membros dos S.T.A.R.S. para pará-los."

Capítulo Seis: S.T.A.R.S. Entram em ação


O escritório dos S.T.A.R.S. estava no caos total quando chegamos. Em um canto, o agente Richard Aiken, com
23 anos, era o expert em comunicações da unidade, estava gritando ao telefone de campo. Enquanto, isso na outra sala, o capitão Wesker estava andando para um lado e para o outro, extremante irritado. Ele travou a vista em nós, irritado com a situação. Foi então, para trás da lixeira e começou a chutá-la. Obviamente ele não estava gostando nem um pouco do que estava acontecendo e ainda nem tínhamos contado sobre os zumbis. Aiken de repente começou a gritar ainda mais alto, estava curioso querendo saber com quem ele estava gritando... "Bravo Team, aqui é a central dos S.T.A.R.S chamando, vocês estão ouvindo?", esperou dez segundo e tentou novamente, "Bravo Team aqui são os S.T.A.R.S chamando, respondam Bravo!" Mais dez segundos e nada, Aiken acionou o botão de enviar pela terceira vez.

Comecei a ter um mau pressentimento no começo do meu estômago, alguma coisa ruim estava para acontecer.
Cruzei a sala e comecei a falar com Wesker.

-"Qual é o problema capitão?" Ele olhou para mim sem dizer sequer uma palavra, os músculos de seu maxilar tremiam de uma forma assustadora, como se ele não conseguisse falar devido a tragédia que estava para acontecer à equipe S.T.A.R.S. Finalmente ele conseguiu se controlar. Colocou a mão no meu ombro e falou:

-"O time Bravo sumiu, sem deixara pistas." Levei um tempo para entender isso:

-"Isso não é o triângulo das bermudas capitão, um time altamente treinado não desaparece no ar."

-"A equipe Bravo conseguiu. Venha aqui que vou te mostrar algo." Wesker conduziu-me através da sala até um mapa na parede da cidade de Raccoon. Uma disposição de pinos coloridos deu forma a um círculo em torno de uma vizinhança na parte noroeste da cidade.

-"Cada um daqueles pinos representa uma local de crime onde aconteceram os assassinatos", ele disse. Reconheci
essas regiões devido a minha investigação. "Se você observar, os pinos cercam uma área específica, quase como um alvo em forma de um olho de touro". Analisei o mapa. Os pinos estão circulando um lote de terra com uma estrutura grande no centro.

-"O que é esse edifício no meio?"

-"É uma velha mansão feita para os convidados da cidade. Sentada no centro dos incidentes, pareceu lógico que o
assassino ou assassinos possam estar escondidos lá. Assim, aproximadamente três horas atrás mandei a equipe Bravo ir investigar." Wesker passou a mão na cabeça de uma forma frustrada. "Não voltaram, nenhum deles!"
Respirei fundo, estava na hora de dizer ao capitão o que estava acontecendo:

-"Jill e eu tivemos uma perseguição aos assassinos", eu disse. Wesker, com seu olhar fixo, falou:

-"Você viu os assassinos? De perto?"

-"Muito perto capitão."

-"Como eles são? Eu chamarei um desenhista agora."

-"Não será necessário, senhor. Ninguém terá problema em reconhecer os assassinos."

-"Você quer me dize por que?"

-"São zumbis, capitão. Mortos-vivos." Nos dez minutos seguintes, disse tudo ao Wesker: sobre o telefone do
Billy, a pesquisa secreta e finalmente o T-Vírus, que transforma animais em bestas assassinas e seres humanos em zumbis. A Jill confirmou tudo o que eu disse e contou como escapamos da cabana do Billy. Wesker permaneceu calado por diversos minutos depois que nós terminamos nossa história. Finalmente ele olhou para nós e falou:

-"É inacreditável o suficiente para fazer sentido. Um cientista chefe de pesquisa é forçado a trabalhar num
projeto secreto e algo sai errado, muito errado. O pesquisador, Billy, termina criando um vírus diabólico que transforma pessoas normais em robôs assassinos sem alma."

-"Então, o que faremos capitão?", perguntei.

-"Nós vamos ao local onde a equipe Bravo sumiu."

-"Como assim nós?"

-"A equipe Alpha inteira". Ele fez um movimento circular com seu dedo para indicar Jill, Barry, Richard e eu.

-"Todos nós aqui, mais Chambers, Frost e Vickers. Vamos para o heliporto, o helicóptero está nos esperando."
Dez minutos depois eu me encontrava olhando para baixo, vendo os telhados caídos da mansão. O lugar parecia
gigantesco do helicóptero, um empilhado de portas, fechaduras, janelas, cortinas, escadas e salas. Enquanto o helicóptero descia, víamos a entrada da mansão. Momentos depois tinhamos aterrissado no que seria o antigo gramado da mansão. Cuidadoso como sempre, Wesker nos manteve na cabine enquanto as hélices do helicóptero não paravam. O motor já estava quase parando quando outro barulho o abafou, um grito horrível, parecia que vinha do inferno. Eu conseguia sentir o medo do helicóptero agora, via através das faces congeladas das pessoas ao meu arredor.

-"Redfield, Valentine", Wesker sussurrou, "Algum de vocês sabe quem está fazendo esse barulho?"

-"São os zumbis, capitão", eu disse, olhando fixamente para os olhos da Jill, "Eles estão nos deixando saber que
estão aqui!" 

Assim começa a saga Resident Evil.


Última edição por Pontus Maximus em Ter 21 Jan 2014, 15:45, editado 2 vez(es)
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Re: Resident Evil Operation Raccoon City.

Mensagem por Pontus Maximus em Seg 20 Jan 2014, 22:30

Nichos de Personagens



O Nichos ajudam a definir a profissão de um Personagem. Seu uso é obrigatório pois tudo mundo é alguém mesmo os que são excluidos da sociedade, contudo eles seguem as mesmas liberdades de regras, o que facilita a criação do personagem.

Todavia com os novos horizontes que RE adquiriu os limites de Regras e Vantagens podem ser revistos, fale com seu mestre.

Personagens de RE Rpg possuem o mesmo limite de Caracteristicas para os personagens de acordo com seu Nicho como é descrito em Mega City Manual Básico, contudo o personagem pode ter até 2 Vantagens Iniciais (caso queiram compra-lás), o que passar disso segue as regras normais (sendo necessário comprar Treinamento Especial para mais e mais Vantagens e aumentos de Caracteristicas). 

Vantagens e Desvantagens Gratuitas: 

É simples, no mundo de RE Rpg Vantagens como Patrono, quando compradas, dependendo do seu histórico o seu personagem já possui mais algumas delas (com os mesmos beneficios e restrições). O mesmo se aplica a Desvantagens como Má Fama (lacaio da Umbrella) por exemplo. 

Aqui estarão alguns Nichos que se encaixam dentro do mundo de RE mas lembrem-se isto é apenas um exemplo, muitos outros Nichos podem ser enquadrar em sua campanha.

Advogado

Existem dezenas de ramos nos quais um advogado pode atuar, mas em RE, geralmente são advogados criminalistas ou estão relacionados de
alguma forma com problemas da vara de família ou direito civil envolvendo contratos estranhos ou excêntricos. Muitas vezes acompanham clientes muito ricos em suas Aventuras e explorações.


Cientista

É aquele gênio da ciência, capaz de manipular a realidade, através de análises e estudos que tragam comprovações concretas. Geralmente são aquele tipo de pessoa que só julga uma coisa real quando a vê com os
próprios olhos e obtém um diagnóstico preciso de sua comprovação científica. Este é o modelo básico de cientista, que pode se desdobrar em várias ramificações, dependendo da sua especialidade.


Criminoso

Um Personagem criminoso pode ser um ladrão, assaltante, traficante ( de drogas, armas ou pessoas), estelionatário, contrabandista ou assassino ( ou pertencer a mais de uma dessas classes ). Pode agir sozinho ou em quadrilhas, em benefício próprio ou como contratado por algum tipo de patrocinador. Personagens criminosos são procurados pela polícia e estão sempreenvolvidos em confrontos com outras gangues de
traficantes ou com o crime organizado.


Detetive Particular


Um detetive particular é um profissional contratado por pessoas para prestar serviços de investigação (geralmente extorsão, chantagem , espionagem, industrial, suspeita de adultério ou mesmo em casos mais
graves, como a suspeita de roubo, assassinatos ou seqüestros). Os detetives particulares costumam se especializar em alguns tipos de ramos, mas raramente recusam casos das outras áreas.


Hacker


Um hacker é um especialista em tecnologia. Ele domina a linguagem dos computadores e dos programas, utilizando seus conhecimentos para burlar códigos de segurança, espionar pessoas ou investigar redes de empresas. Hackers podem agir sozinhos pelo prazer do desafio ou serem contratados para realizar serviços nessa área.


Investigador de Polícia


O investigador de polícia é o policial responsável por analisar um crime descobrindo seus autores e métodos. São treinados para investigar a cena do crime procurando por mínimos detalhes que possam esclarecer
o ocorrido. Vivem sob constante pressão por resultados, principalmente da parte dos superiores, mas também por parte da imprensa nos casos que se tornam mais conhecidos, como assassinatos ou seqüestros de
pessoas famosas.


Jornalista


Um jornalista se envolve com o mundo de RESIDENT EVIL através de reportagens sobre assassinatos, mistérios ou inexplicáveis. Pode ser enviado para locais distantes e obscuros em busca de uma nova reportagem.


Médico


É o profissional especializado em cuidar da saúde das pessoas. Trata-se de uma profissão muito respeitada pelas pessoas e que garante um razoável padrão de vida. O médico pode entrar em contato com os vírus ao examinar pacientes, com doenças estranhas.


Mercenário


Um mercenário é um ex-soldado que passou a trabalhar para si mesmo. Geralmente forjam sua morte em acidentes e desaparecem, passando a trabalhar em qualquer guerra suja onde seus serviços sejam necessários.
Muitos mercenários têm viajado para a África e atualmente trabalham para ditadores ou líderes revolucionários. Na Europa, costumam ser contratados para assassinatos, roubos ou serviços sujos envolvendo o
crime organizado.


Oficial do Corpo de Bombeiros


Um oficial do corpo de bombeiros, é um agente de segurança publica, de prevenção e combate ao fogo, seja este localizado em cidades ou no campo. Os bombeiros podem fazer, desde coisas simples, como dar palestras para a comunidade sobre diversos assuntos à resgates de pessoas em locais de difícil acesso. Arriscam-se para salvar vidas, em várias situações como: o resgate pessoas presas em um local em chamas; acidentes de transito onde feridos ficam presos entre ferragens; naufrágios de embarcações em rios ou lagos (em mar é chamada a guarda costeira) com possíveis afogamentos e o desaparecimento de corpos; procura e resgate de pessoas perdidas em matas fechadas; negociar ou até mesmo salvar na marra um suicida; entre tantos outros fatos que a mídia gosta de anunciar que daria uma lista enorme.


Paramédico


Um paramédico, é um médico de situações emergência, onde um tratamento decente difícilmente poderia ser ministrado, sendo especialista em resgate e primeiros socorros. Ao prestar os primeiros socorros a uma pessoa, pode fazer desde simples exames e curativos até fazer talas para fraturas ou manter uma pessoa gravemente ferida viva até a chegada desta a um hospital mais próximo. Este tipo de médico trabalha nas mais variadas funções, sendo o salva vidas de uma praia, ou bombeiro especialista, ou um policial ou até um carpinteiro. Os paramédicos são utilizados em guerras, estando em uma tropa, para minimizar as baixas, ou localidade destinada ao tratamento e cuidando de soldados ou civis feridos. Atualmente podem estar ligados ao estado ou em Organizações não Governamentais para ficarem a postos em uma
localidade onde certamente serão necessários um exemplo são os Anjos do Asfalto.


Prostituta

Conhecida como a “profissão mais antiga do mundo” é uma atividade ilegal em muitos países. Originou-se na antigüidade como parte ao culto àAstarte e Ishtar. Com o tempo, a prostituta passou a fazer parte da cultura de todos os povos.


Soldado ( Militar )


É um profissional que atua nas forças militares de uma nação. Podendo ser da marinha, exército ou força aérea. O soldado recebe treinamento
para combate e resgate sob uma rígida disciplina marcial. Entra em ação apenas quando seu país está envolvido em guerra ou conflitos com inimigos estrangeiros ( dentro ou fora de seu território ).


Agente da S.W.A.T.


Policial preparado para situações onde a negociação falhou. Especialistas em ações rápidas de invasão e eliminação de problemas tanto fazendo com um tiro de um atirador de elite ou uma equipe inteira invadindo uma determinada área eliminando assim a resistência ali encontrada.

Playboy


Também chamados de Filhinho do Papai, Mauricínho ou Patricínha, são aqueles magnatas mimados por seus pais, geralmente pessoas de alta posição social. Demonstram ar de superioridade e menosprezo para com os demais, só querem levar sua vida cheia de benefícios como melhor lhes convir. Adoram serem alvos das atenções e de poderem se gabar de suas conquistas pessoais.

Apostador
Os jogadores que vivem em cassinos e em bares apostando em jogos de azar. Levam sua vida na base da aposta, pequenos trambiques e mesmo furtos. Alguns conseguem se dar bem, e ganham verdadeiras fortunas assim. Mas o jogo normalmente acaba tomando toda essa riqueza de volta...

Artista "Multimídia”
São aqueles artistas que fazem múltiplas coisas em seus shows. São apresentadores, cantores, músicos, atores, ... isso é, têm conhecimentos das várias disciplinas das artes. Geralmente assumem uma mais importante (apresentadores ou radialistas, quase sempre) e usam as demais apenas como artifício para seus programas.

Escritor
Os tipos mais comuns de jornalistas e redatores, bem como os escritores de livros, mesmo. Podem ser especialistas em um ramo, como Romance Policial, Misticismo ou Terror, ou apenas jovens em busca de uma história fantástica para comporem seus contos.

Estudante
Engloba os alunos do segundo grau até os universitários que perambulam pelos campus.

Músico
Pessoas que vivem da música, tocando instrumentos e compondo canções. São comuns em qualquer região do mundo.

Policial
O protetor dos cidadãos nas ruas até o segurança do shopping. Todos são pessoas responsáveis por empregar a lei e a ordem em locais públicos, impedir tumultos, caos e badernas. Na periferia, são mais conhecidos como Tiras.

Político
Aquela corja de senadores, deputados, ministros e prefeitos que representam o povo, fazendo leis e aplicando mandatos.

Teólogo
Homens estudiosos, detentores dos conhecimentos das leis divinas, dos ensinamentos das religiões e dos mitos que cercam a vida. São uma espécie de padres, só que sem a fé rotineira, tornando-os mais parecidos com os Scholars por suas investigações dos segredos dos agentes divinos e infernais.


Última edição por Pontus Maximus em Seg 03 Fev 2014, 22:24, editado 1 vez(es)
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Re: Resident Evil Operation Raccoon City.

Mensagem por Pontus Maximus em Qua 22 Jan 2014, 16:42



É setembro de 1998 e a ação se concentra em Raccoon City, cujo destino já foi determinado com as horríveis consequências do mortal vazamento do T-vírus, desenvolvido no Complexo de Pesquisa da Umbrella. Com a necessidade de encobrir o caso, a Umbrella envia uma equipe de elite para Raccoon City para destruir todas as evidências que a ligam ao incidente e eliminar qualquer sobrevivente. Enquanto isso, o governo dos Estados Unidos colocou a cidade em quarentena e enviou sua própria equipe de soldados de elite para determinar a origem do misterioso incidente.

Personagens:


Beltway

Classe: Demolidor.
F3, H2, R3, A1, PdF0;

Vantagens: Aliados (WolfPack) Ataque Múltiplo, Imunidade Legal, Patrono (Umbrella) e Vigoroso, Especializações (Explosivos, Intimidação e Arrombamento) e Pericias (Sobrevivência).

Habilidade: Demolições.

Equipamentos: Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (PdF) e Armas (principalmente explosivos com PdF3-5 e Ataque Especial Amplo).

Desvantagens: Má Fama (assassino da Umbrella) e Homicida (Insano).



Vindo de Porto Rico, Hector Rivers (Beltway) era um jovem alegre que usava seu bom humor e sua facilidade em causar riso para fazer amizades e ganhar a confiança das pessoas. Conforme foi ficando mais velho, suas brincadeiras começaram a ser físicas, e as pessoas pararam de achar graça. Muitas vezes o alvo da brincadeira era submetido a situações humilhantes, e apesar de não divertir a todos, deixava Rivers radiante de felicidade.


Beltway em batalha contra as forças da Spec Ops

Em dado momento, ele descobriu que poderia aliar uma ferramenta muito poderosa a esse seu “senso de humor”: explosivos. Quando ele começou a fazer isso, seu caminho começou a ser trilhado de forma clara, levando-o ao exército. Apesar do rígido treinamento imposto pelos militares,  ele não aprendeu o significado da palavra “limite” e por conta disso foi expulso – saiu pela porta dos fundos e só não foi a julgamento na Corte Marcial, pois a Umbrella já estava de olho em suas habilidades e impediu que isso acontecesse.
 
Ao sair do exército sem punição graças à intervenção da Umbrella, Beltway se juntou a Umbrella Security Service (USS) e a Wolfpack. Suas ações são constantemente monitoradas e ele é mantido sob controle absoluto, pois já causou problemas em campo de batalha.
 
Beltway é especialista e grande amante de explosivos. Carrega alguns equipamentos peculiares como uma mina de fragmentação, que causa grande dano aos inimigos, e um explosivo que é lançado e fixa-se em qualquer superfície. Ainda no campo dos explosivos ele possui minas terrestres e também um colete especial que reduz os danos sofridos em caso de explosão.

Bertha

Classe: Médica de Campo.

F1, H2, R2, A2, PdF0;
Vantagens: Ataque Múltiplos, Aliados (WolfPack), Medicina de Combate, Patrono (Umbrella) Pericias (Medicina e Crime).

Habilidade: Medicina Avançada.

Desvantagens: Má Fama (assassina da Umbrella) e Sádica (Insano).

Equipamento: Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (Fisicos), Mascara contra gases (Químico) e Armas (Brancas e de Fogo).


Pode-se dizer que a alemã Michaela Heinzwaffen (Bertha) é uma profissional um tanto curiosa. Excelente médica, dedica-se a utilizar métodos de cura e de manter o corpo humano funcionando em equilíbrio perfeito, embora não se preocupe com os efeitos psicológicos e fisiológicos da dor.
 
Michaela não tem absolutamente nenhum talento para lidar com o estado frágil de seus pacientes e acaba os assustando ao detalhar exatamente quanta dor poderão sentir ao longo dos tratamentos de forma verbal e prática – a médica não é adepta do uso de anestésicos.
 
A falta de empatia por pacientes que sofrem com a dor a tornaram totalmente incompatível para trabalhar com civis, mas perfeita para atuação no campo de batalha, no qual o médico precisa ser frio e eficiente na cura dos ferimentos dos soldados. Devido a essa combinação profissional curiosa, Michaela foi escolhida como a médica de codinome “Bertha” da Wolfpack.


Bertha usando zumbi como escudo em REORC

Além da atuação na área médica, Michaela atua como torturadora profissional. Com todo seu conhecimento sobre o corpo humano e sua paixão pela dor, a moça sabe exatamente como causar grande sofrimento e deixar suas vítimas a beira da morte para conseguir informações. Essa prática é de grande valia para a Umbrella e Bertha já obteve dados importantes para a empresa.
 
Em campo, Bertha carrega itens de cura para si e para auxiliar os outros membros da equipe, caso sejam feridos ou infectados. Ela também pode aumentar o desempenho dos soldados com o uso de fármacos estimulantes que melhoram a precisão e aumentam a velocidade de movimentos e o recarregamento de armas.
 
Em setembro de 1998, Bertha fez parte da missão de recuperação de uma amostra de G-Vírus do Laboratório Subterrâneo de Raccoon City. A Wolfpack invadiu as instalações pelos esgotos para obter o vírus. Após o atentado a William Birkin e o espalhamento do T-vírus pela cidade, o objetivo da Umbrella Security Service passou a ser eliminar qualquer prova que ligasse a Umbrella ao incidente em Raccoon City.

Four Eyes

Classe: Cientista de Campo.

F1, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Aliados (WolfPack), Patrono (Umbrella) Especializações (Biologia, Genética e Química).

Habilidade: Antiviral.

Equipamento: Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (Corte, Perfuração e Esmagamento) e Mascara (Químicos) e Armas Brancas e de Fogo.

Desvantagens: Má Fama (assassina da Umbrella), Insano (Antisocial) e Obseção (Pesquisas genéticas). 


Totalmente desapegada das emoções humanas, Christine Yamata (Four Eyes) só tem um objetivo na vida: trabalhar com a ciência, área que se dedica desde a infância. Se relaciona muito pouco com outras pessoas, ignorando seus sentimentos, e as vê como meros meios de cultura para a sua única e grande paixão, a virologia.
 
Seu amor pela virologia e desapego por outros seres humanos a tornam extremamente fria. Ela não tem remorso algum de fazer experimentos com cobaias humanas vivas. No passado, Christine já praticou experiências em feridos e prisioneiros.
 
Christine acabou entrando para Umbrella e fazendo parte da Umbrella Security Service (USS) devido à sua dedicação a este ramo da ciência. Em campo, ela é Four Eyes e o prazer em seu trabalho está em estudar grandes epidemias mortais e experimentar grandes criações virais de última geração da Umbrella. A obsessão de Four Eyes em obter amostras de cobaias já causou problemas em diversas situações em campo.
 
Além da paixão pela ciência, Four Eyes tem visão biométrica. Essa qualidade a torna capaz de reconhecer individuos infectados imediatamente e identificar seus pontos fracos. A moça também pode controlar um indivíduo infectado por um certo período de tempo com o uso de uma seringa pneumática. Em campo, ela sempre carrega sprays antivirais, além de seringas contendo vírus para infectar inimigos ou transformar Zumbis em Crimson Heads. Com o uso de um feromônio especial em forma de gás, ela pode atrair infectados pelo T-vírus para determinados locais de interesse.


Four Eyes e Vector em meio ao caos de Raccoon City

Em setembro de 1998, Four Eyes participou da missão dada aos membros da USS de recuperar uma amostra de G-Vírus do Laboratório Subterrâneo da Umbrella. A equipe invadiu as instalações por meio dos esgotos com a liderança de Hunk. No interior do laboratório, William Birkin acaba sendo alvejado por tiros e se infecta com o G-vírus. Após o atentado, o T-vírus se espalha por Raccoon City e o trabalho da USS passa a ser focado em destruir todas as evidências do envolvimento da Umbrella com o desastre que tomou conta da cidade.

Lupo

Classe: Assalto.

F2, H2, R2, A2, PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplos, Aliados (Wolfpack), Patrono (Umbrella), Plano Genial e Reflexos de Combate.  

Habilidade: Super-Soldado.

Desvantagens: Má Fama (assassina da Umbrella) e Protegido Indefeso (Aliados).

Equipamentos: Armas (com PdF2-4) Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (Corte, Perfuração e Esmagamento) e Máscara que protegem contra gases (Quimico).


Karena LesProux (Lupo) é a lider do esquadrão Delta da Umbrella Security Service (USS) que foi enviado a Raccoon City.
 
Ex-integrante das Forças Especiais Francesas, no passado ela abandonou o serviço militar para se dedicar a sua vida pessoal, vislumbrando criar uma família ao lado daquele que acreditava ser o homem de seus sonhos, porém as coisas não correram muito bem.
 
Aquele que Karena acreditava ser o homem ideal começou a se mostrar extremamente agressivo e violento. Por muito tempo ela suportou essa situação por conta de seus filhos, graças ao seu treinamento que lhe propiciou enorme auto-controle e disciplina. Porém, quando seu marido agrediu também as suas crianças, Karena viu imergindo de si toda a raiva guardada durante anos, e o matou com suas próprias mãos.
 
Levada a julgamento, Karena foi absolvida por um juiz que ficou comovido com a sua história, e isso lhe deu a chance de prosseguir sua vida como mãe solteira. No entanto, a moça falhou nessa missão, pois seu instinto assassino falou mais alto do que tudo e fez com que ela voltasse a atuar como na época das Forças Especiais Francesas, mas dessa vez como uma mercenária: matando e protegendo quem quer que fosse, desde que a recompensa financeira fosse boa.
 
Depois de um tempo atuando como mercenária, Lupo passou a ser observada de perto pela Umbrella, que fez de tudo para garantir seus serviços. Com uma gorda quantia em dinheiro como pagamento, o trabalho de Lupo na Umbrella garantia a seus filhos tudo do bom e do melhor: mesa farta, os melhores médicos sempre a disposição, a melhor educação. Tudo isso com a garantia de que ela permanecesse viva e cumprindo com suas missões.
 
Lupo foi designada para liderar o esquadrão Delta do Serviço de Segurança da Umbrella, a USS, que também é conhecido como Wofpack. Lupo comanda os demais soldados com pulsos de aço, exigindo deles disciplina e obediência, quase como uma mãe, e este seu comportamento e a posição de liderança lhe renderam o apelido de “Wolf Mother”.


Lupo é atacada por um zumbi nas ruas de Raccoon

Ela ainda é uma exímia atiradora, sendo a mais eficiente nisso dentre todos os membros do esquadrão Delta. Em campo de batalha utiliza uma munição especial que incendeia seus inimigos e fica equipada com um colete corporal que minimiza os danos recebidos provenientes de tiros.


Spectre

Classe: Sobrevivência.
F2, H3, R2, A2, PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplo, Intuição, Patrono (Umbrella), Pericias( Crime e Sobrevivência).
Habilidade: Sonar.
 
Desvantagens: Má Fama (assassino da Umbrella) e Segredo (-2).

Equipamento: Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (Corte, Perfuração e Esmagamento), Armas de Fogo (Ataque Especial Preciso e Penetrante), Visor e Radar (Sentidos Especiais 2).



Especialista em espionagem, Vladimir Bodrofski (Spectre) fez parte do serviço de segurança da extinta União Soviética.
 
Com muitos contatos e trânsito livre entre o submundo da espionagem e a “vida real”, Spectre usou suas habilidades para chantagear pessoas importantes a fim de ter ganhos pessoais, porém isso fez com que ele tivesse sérios problemas com as autoridades soviéticas, e por conta disso acabou deixando a sua terra natal, Rússia.
 
Quando isso aconteceu, a Umbrella já estava de olho em suas habilidades e via nele como uma adição importante a USS. Ao ser contratado pela corporação, seu serviço caiu como uma luva, garantindo que informações vitais chegassem ao alto escalão da Umbrella, e ajudando o seu esquadrão, Wolfpack, a ter certas vantagens no campo de batalha.
 
Com diversas habilidades e equipamentos especiais em campo de batalha, Spectre tem um mini mapa especial em seu visor, que lhe revela qualquer inimigo que esteja nas proximidades. Aliado a seus olhos de águia, o mini mapa também revela itens importantes que estejam ao seu redor.


Spectre utiliza a tecnologia a seu favor em campo de batalha

Spectre ainda possui um visor especial equipado com visão térmica, que lhe permite ver alvos vivos. Ele tem um scanner de ameaças, no qual consegue escanear toda a área ao seu redor e compartilhar essas informações com seus parceiros de equipe. Também tem um poderoso sonar capaz de detectar inimigos e aliados, mesmo através de paredes e objetos.

Vectro

Classe: Reconhecimento.
F2, H3, R2, A2, PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplos, Aliados (Wolfpack), Deflexão, Equilibrio Yin Yang, Identidade Alternativa, Invisibilidade e Reflexos de Combate.

Equipamento: Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (PdF) e Armas Brancas e de Fogo.

Desvantagens: Má Fama (assassino da Umbrella).  

Habilidade: Camuflagem.



Vector é um personagem envolvido em mistérios. Não se sabe seu nome verdadeiro, sua idade exata e muito menos como é o seu rosto. Ele foi treinado nas artes marciais por alguns dos melhores mestres japoneses e seu talento para o combate corpo-a-corpo fica evidente no campo de batalha. Vector é veloz, sorrateiro e totalmente silencioso. Seus passos são como leves sussurros ao tocar o chão, contrastando com uma velocidade impressionante, quase sobre-humana.
 
Suas habilidades foram aprimoradas na Ilha Rockfort, sob a supervisão de HUNK. Vector chegou a derrotar Nicholai Ginovaef durante seu treinamento com membros da Umbrella. O rapaz também enfrentou HUNK, batalha essa que terminou em empate e ajudou a criar uma relação de respeito entre Vector e seu mestre.
 
Após o seu teste, Vector passa a integrar a equipe Delta da Umbrella Security Service (USS), que tem a influência de HUNK. Apesar de manifestar interesse de trabalhar com seu mestre, a Umbrella preferiu manter os dois em equipes diferentes, provavelmente para distribuir melhor as habilidades deles entre os outros membros da USS.


Vector tem o passado obscuro

No esquadrão Delta, Vector tem a função de reconhecimento, talvez a que melhor explore suas habilidades de movimentação e camuflagem. Ele possui uma roupa especial, que permite que ele fique invisível bem como assumir a forma dos inimigos – mimetização – por determinado período de tempo.
 
Também possui o recurso de ser indetectável nos sistema de GPS de seus inimigos, tornando seus ataques mais sorrateiros e surpreendentes.


Hunk
F2, H2, R2, A3, PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplos, Aliados (Wolfpack), Controle de Metabolismo, Duro de Matar, Equilibrio Yin Yang, Invisibilidade, Patrono (Umbrella) e Sortudo.

Pericia: Sobrevivência.

Desvantagens: Má Fama (funcionário do mês da Umbrella).

Habilidade: Camuflagem.



Pouco ou nada se sabe sobre HUNK antes dele passar por treinamento para integrar as U.S.S. da Umbrella. Seu nome verdadeiro é um mistério, bem como sua idade e seu país de origem.
 
Iniciando o treinamento militar em 1996 na Ilha Rockfort, HUNK teve suas habilidades formadas e moldadas de acordo com o que a Umbrella precisava, mas seu talento natural para embates físicos, e sua enorme capacidade de concentração e o fato de não se abalar psicologicamente com praticamente nada o fizeram ganhar destaque no treinamento. Algum tempo depois, ele se formou agente especial do Serviço de Segurança da Umbrella, uma unidade de elite sob controle direto dos altos executivos da Umbrella. Pouco tempo depois, suas habilidades o fizeram tornar-se líder da Equipe Alpha da U.S.S.
 
Sua capacidade de sobrevivência e de sucesso nas missões, logo foram reconhecidas também, e o fato de HUNK sempre sair vivo de qualquer tipo de missão renderam a ele grande fama dentro da U.S.S., tornando-o praticamente uma lenda e lhe rendendo o apelido de “Sr. Morte”. Posteriormente, isso fez com que Nicholai Ginovaef, uma espécie de monitor interno do serviço de espionagem da Umbrella, que havia passado por treinamento com HUNK – e que futuramente se tornaria membro da U.B.C.S. – começasse a enxerga-lo como um rival dentro das forças militares da coorporação.
 
Em um relatório psicológico gerado pelos médicos da Umbrella, HUNK é descrito como um homem que não vê nada em sua frente a não ser suas missões, objetivos e as ordens que lhe são passadas, tendo interesse quase que nenhum em um dia voltar a ter uma vida normal.
 
HUNK ainda se mostra muito reservado com relação a seu passado, sua família e a qualquer outro tipo de relação interpessoal. Isso talvez seja uma espécie de barreira criada por ele mesmo para se proteger dos horrores que presenciou, separando assim o lado humano do lado soldado,  tornando-o praticamente alheio a traumas e o deixando ainda mais forte psicologicamente. Por conta desse perfil psicológico e de suas habilidades no campo de batalha, HUNK é visto como um soldado perfeito, sem moral, sem desejos, silencioso, discreto, que apenas cumpre as ordens que lhe são passadas sem questionar os motivos ou objetivos destas.
 
Algum tempo depois, HUNK foi encarregado de treinar uma nova equipe de recrutas na Ilha Rockfort. Um recruta em específico chamou a atenção do Sr. Morte, por conta de suas habilidades e frieza na hora de encarar situações adversas: Vector.
Dezembro de 1998
 
Após o sucesso da missão de recuperação da amostra do G-Virus, HUNK recebeu uma nova e controversa missão: Transportar, a pedido de Alfred Ashford, uma cápsula contendo um Tyrant T-078 (tipo de produção em massa) até a Ilha Rockfort.
 
Apesar de não se sentir confortável com a missão, HUNK, como sempre, aceitou o que lhe foi incumbido, e fez transporte da cápsula congelada do T-078. HUNK fora escolhido para essa missão, por ser considerado o único capaz de contornar a situação, caso algum incidente acontecesse durante o transporte e o T-078 acordasse de seu sono. Porém, o transporte ocorreu sem maiores problemas, e a carga mais do que especial foi entregue na Ilha Rockfort como Alfred Ashford solicitou.




Lone Wolf


F1, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Aliados (WolfPack, USS e UBCS) e Patrono.

Especializações: Pilotagem, Condução e Mecânica.

Desvantagens: Má Fama (funcionário da Umbrella).

Equipamento: Arma de Fogo (Pistola), Helicóptero, e Uniforme completo que lhe confere Armadura Extra (Fogo).


O “Lobo Solitário” é o piloto de helicóptero da equipe de HUNK. Ele tem técnicas de vôo lendárias, além de ter grande capacidade de sobrevivência em situações extremas.


Última edição por Pontus Maximus em Sex 24 Jan 2014, 22:14, editado 9 vez(es)
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Re: Resident Evil Operation Raccoon City.

Mensagem por Mataro em Qua 22 Jan 2014, 19:44

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Re: Resident Evil Operation Raccoon City.

Mensagem por Pontus Maximus em Qui 23 Jan 2014, 11:17

Heroes e Vilões




Chris


Classe: Atirador de Elite.

F2-3, H2, R2-3, A1-2, PdF0;

Vantagens: Ataque Especial (Poderoso), Aliados (S.T.A.A.R.S e posteriormente B.S.A.A), Boa Fama, Contatos, Inimigos (B.O.W), Poderes Legais e Vigoroso.

Equipamentos: Armas Brancas, Armas de Fogo e Blindagens pessoais (Armadura Extra F e PdF).

Pericia: Esportes e Investigação.

Especializações: Pilotagem (aviões), Mecânica e Engenharia.

Desvantagens: Cód. dos Heróis, Devoção (combater a Umbrella e o legado viral), Intolerância e Protegido Indefeso (Claire).
Habilidade:




Chris, um dos personagens principais, integra a equipe Alpha dos S.T.A.R.S. Juntamente com Jill, Barry, Joseph e Brad, foi designado por Wesker para investigar estranhos assassinatos que estavam ocorrendo nas montanhas de Arklay. Ex-membro da Força Aérea, Chris é perito no uso de várias armas de fogo e possui excelente mira, atuando como o batedor da equipe. Chris possui mais resistência do que Jill, não utiliza o lockpick para arrombar portas, mas possui um isqueiro e maior força física.

Competência e personalidade forte
 
Chris é inabalável em qualquer situação, mas essa personalidade forte faz com que ele bata de frente com seus superiores. É um excelente atirador, com grande capacidade de observação e percepção. Tem ampla experiência com armas de fogo e é excelente no combate corpo a corpo.
 
Começou a carreira militar na Força Aérea Americana, onde conheceu Barry Burton, que fazia parte da mesma unidade. Era definido pelos Comandantes como “intransigente”, “possuidor de dedicação firme” e “com grande capacidade de adaptação”. Apesar de ser um excelente piloto e receber diversas condecorações, pediu baixa de sua unidade por entrar em conflito com oficiais superiores constantemente.
 
Após o afastamento da Força Aérea, Chris foi recrutado para os S.T.A.R.S., ocupando a posição de batedor na equipe Alpha. Como batedor, sua função era patrulhar e manter assegurar as posições à frente da equipe. Suas funções requeriam não somente que ele fosse um bom atirador e lutador, mas também que fosse capaz de usar uma grande variedade de armas. Chris ganhou grande destaque em sua equipe, e possuía um desempenho exemplar.

Fundação da B.S.A.A
2003
 
Após o incidente na Rússia, a Umbrella passou por julgamento e foi considerada culpada pelo incidente em Raccoon City e pela produção ilegal de vírus e armas biológicas. Após a queda da empresa, o mundo passou a se preocupar com a existência de incidentes biológicos. Isso coincidiu, ainda, com o surgimento de armas biológicas no mercado negro, caindo nas mãos de terroristas e guerrilheiros. Nesse contexto, o Consórcio Farmacêutico Global criou a B.S.A.A (Biohazard Security Asssessment Aliance – Aliança de Segurança e Investigação de Perigo Biológico). Em sua formação inicial, onze indivíduos selecionados faziam parte da Aliança. Chris era um deles, ao lado de Jill, fazendo parte da divisão Norte Americana. Na B.S.A.A, Chris e Jill eram agentes SOA (Special Operations Agent – Agente de Operações Especiais). Estes agentes estão principalmente envolvidos em investigações e operações investigativas, e por isso, são considerados os olhos e os ouvidos da B.S.A.A. Durante algumas operações, pode ser difícil para as equipes táticas infiltrar-se em locais, por isso, cabe aos agentes realizar essas missões. Os dois parceiros passaram a viajar o mundo juntos, conduzindo diversas missões, lutando contra o bioterrorismo. 

Leon


Classe: Policial Novato.

F2, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplos, Aliados (Policia, Ada Wong e posteriormente o Governo americano), Sortudo, Poderes Legais.

Pericia: Investigação.

Desvantagens: Cód. dos Heróis e Protegido Indefeso (Ada e Sherry Birkin).

Habilidade:




Leon é um policial novato que acabou de chegar a Raccoon City para o seu primeiro dia de trabalho. Surpreendido pelos zumbis que infestam a cidade, ele também terá que tentar sobreviver ao se tornar alvo dos agentes da U.S.S.

O interesse pela carreira policial
 
Leon Scott Kennedy ficou interessado nos estranhos incidentes que ocorreram nas redondezas de Raccoon City, e por isso se candidatou a uma vaga no Departamento de Polícia da cidade, após ter concluído sua formação na academia de polícia. Leon ficou muito orgulhoso por se tornar um policial, principalmente por sua personalidade protetora e voltada para o senso de justiça.
 
No dia 28 de setembro de 1998, Leon terminou o relacionamento com sua namorada. Para esquecer o fim do namoro, ele foi para uma festa e acabou bêbado no quarto de um motel na estrada. A agitada noite fez com que Leon acordasse muito tarde e se atrasasse para chegar a Raccoon City no seu primeiro dia de trabalho. Essa falha, que poderia condenar o emprego de Leon, acabou salvando sua vida. O policial deveria ter chegado à cidade no ápice da infecção viral que assolava Raccoon City. Devido às ações de Brian Irons, de trancar os policiais dentro da delegacia e inviabilizar o acesso à munição, Leon poderia ter sido mais um policial a se transformar um zumbi.

29 de setembro de 1998
 
Em 29 de setembro, Leon acordou em um quarto de hotel, vestiu-se rapidamente com seu uniforme de policial e partiu em seu jipe para Raccoon City no final da tarde. Quando ele alcança a fronteira com a cidade, já é noite.
Assim que chega à Raccoon City, Leon é surpreendido pelos zumbis que estão rondando a cidade e conhece Claire Redfield, que também acabara de chegar. Os dois usam uma viatura da polícia abandonada para ir até a delegacia, onde deveria ser um local seguro e livre das criaturas. O veículo acaba sendo atingido por um caminhão desgovernado e Leon e Claire ficam separados por uma montanha de escombros em chamas. Os dois combinam o reencontro na delegacia.
 
Leon alcança a delegacia pelos fundos, entrando através do heliporto. Quando ele chega ao topo do prédio, vê um helicóptero se aproximar. Os policiais sobreviventes usariam a aeronave para deixar a R.P.D, já que a saída através dos esgotos permanecia bloqueada. No entanto, ao ser atacado por um zumbi, o policial Elliot Edward acaba disparando sua metralhadora em direção ao helicóptero, fazendo com que este caia no teto da delegacia.


Jill


Classe: Especialista em Arrombamento.

F1, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Adaptador, Aparência Deslumbrante, Ataque Múltiplos, Aliados (S.TA.A.R.S e posteriormente B.S.A.A), Inimigos (B.O.W), Poderes Legais e Reflexos de Combate.

Equipamentos: Armas de Fogo e kits de arrombamento.

Pericia: Crime e Investigação.

Desvantagens: Cód. dos Heróis e Devoção (combater a Umbrella).

Habilidade:




Jill é uma das protagonistas desta história, sendo integrante da equipe Alpha dos S.T.A.R.S (e futura e importante membro da B.S.A.A). Ao lado de Chris, Barry, Joseph e Brad, ela foi designada por Wesker para investigar os estranhos incidentes que estavam ocorrendo nas montanhas de Arklay. Possui resistência menor do que Chris. A policial também conta com um maior número de slots em seu inventário e um lockpick utilizado para arrombar algumas portas da mansão, além da ajuda constante de Barry Burton.

Jill ficou em Raccoon City após o incidente da mansão para investigar as atividades da Umbrella e acabou se vendo presa na cidade após o T-vírus infectar os habitantes. Sendo membro dos S.T.A.R.S., esquadrão de elite de Raccoon City, Jill é muito bem preparada para situações extremas.

Claire


Classe: Irmã de Herói.

F1, H2, R1, A1 PdF0;

Vantagens: Aparência Inofensiva, Aliados (Chris e Leon), Mentor (Chris) e Patrono (Terra Save posteriormente) e Inimigos (B.O.W).

Especializações: Arrombamento, Condução e Acrobacias.

Especialização: Piano (Artes).

Equipamento: Armas de Fogo e Motocicleta.

Desvantagens: Cód. dos Heróis e Protegida Indefesa (Sherry Birkin).

Habilidade:




Claire foi a Raccoon City em busca de seu irmão, Chris Redfield, que partiu para a Europa para investigar a Umbrella. Ela encontra com Leon e os dois tentam sobreviver à horda de zumbis que tomou conta da cidade.
Claire é a irmã mais nova de Chris Redfield e tem muito orgulho do trabalho do irmão, desde a época dos S.T.A.R.S. Ela tem personalidade forte e mesmo sendo somente uma civil, ela sabe manejar armas e lockpicks muito bem, graças às lições que aprendeu com o irmão mais velho.
 
Claire levava uma vida perfeitamente normal, sendo uma estudante apaixonada por motocicletas, até o repentino desaparecimento de Chris. Ela decidiu ir até Raccoon City tentar descobrir o paradeiro de seu irmão e se envolveu na trágica história da cidade. A partir daí, Claire se viu comovida com as vítimas da pesquisa ilegal e do bioterrorismo e se tornou uma ativista para combater esse tipo de atividade.


Setembro de 1998
Em setembro de 1998, sem ter notícias de seu irmão, Chris, Claire parte para Raccoon City para procurá-lo. Completamente alheia ao caos que tomava conta da cidade, Claire logo é surpreendida pelo ataque de zumbis, mas conta com a ajuda do policial novato Leon S. Kennedy para sobreviver. A bordo de uma viatura abandonada da polícia, os dois resolvem partir para a delegacia para buscar abrigo, mas acabam se separando após uma colisão com um caminhão desgovernado.
 
Claire segue pelas ruas para encontrar Leon na delegacia. Ela logo encontra a loja de armas de Robert Kendo em seu caminho. Infelizmente, o comerciante é atacado por um grupo de zumbis que invade a loja através da vitrine. Chegando ao R.P.D. pela porta principal, Claire encontra o local estranhamente vazio, exceto por Marvin Branagh, um policial extremamente ferido. Ao questioná-lo sobre Chris, ela descobre que a polícia não tem contato com os S.T.A.R.S. há dias.

Ao investigar os andares superiores da delegacia, Claire chega ao escritório do esquadrão e encontra o diário de seu irmão. Nas páginas, ele relata as atividades ilegais da Umbrella e pede perdão a irmã por partir sem avisá-la. Chris havia feito isso apenas para protegê-la, mas acabou levando a caçula para o olho do furacão.

Ada

Classe: Espiã.

F1, H3, R2, A1 PdF0;

Vantagens: Ataque Múltiplos, Aparência Deslumbrante, Impostor, Identidade Alternativa Patrono (rival da Umbrella) e Reflexos de Combate. 

Equipamentos: Armas e Equipamentos de espionagem.

Desvantagens: Má Fama (espiã e contrabandista), Segredo (-2) e Protegido Indefeso (Leon).

Habilidade:



Ada está na cidade para roubar uma amostra do G-vírus para uma empresa rival à Umbrella. Ela costuma ser calma e contida mesmo em situações muito extremas e tem habilidades de combate de alto nível.
Ada Wong é uma asiática que trabalhou como espiã para uma organização originalmente rival à Umbrella. Há poucas informações sobre o seu passado – sequer é possível dizer se seu nome é mesmo Ada. Ela trabalhou disfarçada, obtendo informações sobre as pesquisas da empresa enquanto mantinha um relacionamento falso com um pesquisador chamado John. Com treinamento especial, Ada é definida como uma ótima profissional. Ela conduz seus planos até o final de forma fria e calculista até mesmo nas situações mais extremas. Os seus sentimentos são o único obstáculo que podem desviá-la de seus caminhos e objetivos.


Entre 1994 e 1998
 
Em algum momento entre os anos de 1994 e 1998, Ada Wong infiltrou-se na Umbrella para reunir informações sobre o T-vírus, que ainda estava sendo desenvolvido nos arredores da montanha Arklay. Em 94, John assumiu o cargo de pesquisador chefe no lugar de Willian Birkin, que foi transferido para o laboratório subterrâneo de Raccoon City. Ele ficou no cargo até morrer infectado durante o vazamento do vírus, em junho de 98. Ada manteve um relacionamento amoroso de fachada com John, que criou bastante confiança na espiã. Em uma carta escrita pouco antes de sua morte, John pediu a Ada que recuperasse todos os dados sobre as pesquisas que eram conduzidas no laboratório secreto de Arklay e tornasse essas informações públicas. Não se sabe se Ada estava no laboratório durante o vazamento do T-vírus ou se ela simplesmente conseguiu fugir a tempo de não ser infectada.

Entre julho e setembro de 1998
 
Com o vazamento do T-vírus, Albert Wesker arquiteta o seu abandono da Umbrella. Wesker pretendia unir-se a outra empresa, mas para isso precisava oferecer algo em troca de um cargo. Em algum ponto neste período, o pesquisador entra em contato com Ada Wong e os dois trocam informações. Ele envia vários dados sobre seu passado na Umbrella (Wesker’s Report II) para a espiã, que em troca informa ao vilão dados sobre a produção do G-vírus no laboratório subterrâneo, que pouco tempo depois é cenário de um incidente com esse próprio agente – logo após a empresa tentar “tomar” a pesquisa de Willian Birkin. Durante suas investigações, Ada descobre que Sherry Birkin, filha de William e Annette Birkin, carregava uma amostra do G-vírus em um pingente. A espiã parte atrás da garota em meio ao caos de Raccoon City para obter a amostra.

29 e 30 de setembro de 1998
 
Na busca pelo pingente de Sherry Birkin, Ada conhece o policial novato Leon S. Kennedy no estacionamento do Departamento de Polícia de Raccoon City. Ela diz a Leon que está em busca de Ben Bertoluci, um repórter que estaria preso em uma das celas da delegacia, e pede ajuda para encontrá-lo.

Nicholai


F2, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Ataques Múltiplos, Aliados (U.B.C.S), Arenas (Ruas e Montanhas), Contatos, Inimigos (B.O.W). Patrono Vigoroso.

Equipamentos: Armas de Fogo, Equipamentos de pesquisas e Veículos Militares.

Pericia: Sobrevivência.

Especializações: Pilotagem, Falsificação e Intimidação.

Desvantagens: Má Fama (homem forte da Umbrella e traidor da própria equipe e inimigo da U.S.S Wolfpack).

Habilidade:




Nicholai é o comandante do pelotão Delta do time B da U.B.C.S. É um excelente soldado, com uma série de missões completadas com sucesso, mas sai sempre como o único sobrevivente. Esse fato começou a levantar dúvidas sobre sua idoneidade entre os seus subordinados.

Nicholai Ginovaef, também conhecido pelo codinome Silver Fox é um ex-membro das Forças Especiais Russas. Posteriormente, passou por treinamento da Umbrella pra se tornar um soldado de elite da corporação. Durante seu treinamento conheceu HUNK, aquele que viria a ser um dos seus grandes rivais. Ambos possuíam habilidades extraordinárias, mas apesar disso e de seus atributos físicos serem bem mais avantajados do que de HUNK, Nicholai nunca foi capaz de derrota-lo em combate durante os treinamentos.

Ainda assim, o ex-soldado russo possuía habilidades únicas e que despertaram grande interesse da Umbrella, principalmente por ser experiente em combates em áreas urbanas e em locais montanhosos, além de ser extremamente qualificado no combate corpo-a-corpo e ser um mestre assassino. Nicholai ainda tinha conhecimentos em primeiros socorros e em identificar e desarmar armadilhas preparadas pelos adversários no campo de batalha.
 
Nicholai sempre demonstrou ser uma pessoa extremamente fria e controlada, mesmo nas situações mais adversas, e com esse conjunto de habilidades, foi inserido em um esquadrão da U.B.C.S. No entanto, seu verdadeiro objetivo sempre foi diferente do restante do esquadrão.
 
Nicholai foi o responsável por reportar a Umbrella que o vazamento ocorrido no complexo de Arklay foi finalizado com a explosão do laboratório, ocorrida na manhã de 25 de julho. Nicholai também reporta aos seus superiores que Jill Valentine e Chris Redfield estão tentando denunciar a Umbrella ao chefe do R.P.D. Brian Irons e à imprensa.


28 de setembro a 01 de outubro de 1998


Nicholai fora enviado como membro do U.B.C.S. para procurar e resgatar sobreviventes no caos que se transformou Raccoon City. Sob a liderança de Mikhail Victor e tendo como companheiro Carlos Oliveira, o esquadrão da U.B.C.S. foi praticamente dizimado logo na chegada a cidade. Enquanto usava a procura e o resgate de sobreviventes como fachada, Nicholai partiu na sua verdadeira missão: sob ordens de Sergei Vladimir, ele deveria coletar dados de combate das B.O.W.s contra os membros da U.B.C.S.. Esse objetivo era secreto, e nenhum de seus companheiros de equipe sabia disso.

Nicholai, que aparentemente não escapou da explosão dentro de um bonde, usa sua suposta morte para agilizar e facilitar sua tarefa em coletar os dados de combate das B.O.W.s contra os membros da U.B.C.S., além de coletar amostras e materiais de diversos estabelecimentos da Umbrella espalhados pela cidade, destruir evidências que liguem a Umbrella ao incidente em Raccoon City, espionar e, se necessário, executar funcionários da corporação que representem risco.
 
Em suas investigações, Nicholai acaba por reportar a Umbrella que a cidade estar tomada por zumbis provavelmente é culpa de William Birkin. Ele também sugere que a corporação reforce a segurança sobre seus vírus experimentais, além de uma melhor orientação de seus funcionários sobre como lidar com as armas biológicas.
 
Nicholai espalha diversas bombas no Hospital Geral de Raccoon a mando da Umbrella, para encobrir os experimentos que ali eram realizados. Carlos, que estava no local procurando uma vacina para Jill, que havia sido infectada pelo T-Vírus por Nemesis, encontra com Tyrrel Patrick, que informa que há um traidor na U.B.C.S. Segundo ele, um homem de cabelos grisalhos; mas antes que Tyrrel pudesse lhe confirmar a suspeita de que Nicholai era tal homem, uma pequena bomba o mata. Logo após conseguir a vacina par Jill, Carlos sai em disparada do hospital, antes que ele exploda com as bombas implantadas por Nicholai.
 
Ao chegar em uma cabana no cemitério, Jill logo descobre uma sala secreta atrás de uma lareira e lá encontra documentos que relatam a verdadeira natureza de Nemesis. Nicholai também que revela sua verdadeira missão que é coletar dados sobre o incidente.

Após o encontro, Nicholai parte para cumprir uma nova missão: seguir rumo a Universidade de Raccoon, coletar uma amostra de sangue de Thanatos, um Tyrant criado pelo pesquisador Greg Muller, que também é um dos criadores do reagente Daylight. Nicholai também recebe ordens para matar o pesquisador e destruir o prédio da Universidade que também abrigava experimentos da Umbrella. Nicholai acaba cumprindo o objetivo de matar Muller e destruir o local, mas falha em conseguir uma amostra de sangue de Thanatos.
 
Nicholai então parte para eliminar Jill Valentine, que tem um enorme prêmio por sua cabeça. Ele usa um helicóptero na Dead Factory, e dispara contra Jill com metralhadoras. Nicholai revela a ela que matou parte de seus colegas para ter exclusividade no recolhimento de dados de combate, e diz que quer mata-la para aumentar sua recompensa. Jill consegue abrigar-se dos disparos do helicóptero, e Nicholai decide ir embora por conta da iminente chegada dos míssies nucleares que varreriam Raccoon City do mapa.
 
Alguns dias depois do incidente, mais precisamente em 6 de outubro de 1998, Nicholai envia a Umbrella os dados coletados durante sua missão em Raccoon City.

Nicholai é um dos antagonista em Resident Evil: Operation Raccoon City. Na trama, Nicholai encontra com os soldados da Wolfpack logo na segunda missão, e é o responsável por atrapalhar a vida do esquadrão da Umbrella implantando bombas em zumbis e os colocando para atacar o Delta Team. Nicholai também mata o piloto do helicóptero que resgataria os soldados da USS no heliporto do Hospital Geral de Raccoon City, além de explodir o local com a Wolfpack dentro. Nicholai ainda aparece para confrontar a USS na Clock Tower, e na central de energia da cidade. No jogo, Nicholai tem uma rivalidade especial com Vector, devido ao fato de terem treinado juntos na Ilha Rockfort.

Carlos


Classe: Ex-guerrilheiro.

F2, H2, R2, A1, PdF0;

Vantagens: Ataques Múltiplos, Aliado (Jill e membros da U.B.C.S), Arena (Selvas) e Patrono.

Especializações: Idiomas (Inglês), Rastreio e Primeiros Socorros.

Equipamentos: Armas Brancas e de Fogo.

Desvantagens: Cód. dos Heróis.

Habilidade:



Carlos é membro da U.B.C.S e foi a Raccoon City para resgatar sobreviventes do incidente com o T-vírus. Ele é um ex-guerrilheiro sul americano, que cresceu em meio à guerra civil desde a tenra idade. É corajoso e enfrenta situações de perigo sem hesitar.

Carlos Oliveira é um soldado de origem latino-americana. Criado em meio ao conflito ele aprendeu desde pequeno a se defender tornando-se um especialista em armamento e veículos pesados.
De 28 a 30 de setembro de 1998
 
Carlos era cabo da unidade Delta A da U.B.C.S (Serviço de contenção biológica da Umbrela). Sua equipe foi enviada para agir no incidente que vitimou a cidade de Raccoon City, as ordens seriam de prestar socorro aos civis, auxiliar na evacuação da cidade e resgatar algumas figuras importantes para a Umbrella denominadas apenas como VIP’s. Ao desembarcar na cidade os mercenários se depararam com uma situação fora de controle, rapidamente a equipe da UBCS foi dizimada e os poucos sobreviventes começaram a buscar uma forma de fugir daquele inferno.
 
Enquanto busca uma forma de fugir de Raccoon City, Jill Valentine chega ao centro da cidade onde se depara com a cena de um homem enfrentando os zumbis, ela decide segui-lo e os dois se encontram no restaurante. O homem em questão é Carlos, ele se apresenta a Jill e fala sobre a sua missão na cidade. Durante a conversa os dois são surpreendidos por Nemesis e se abrigam no porão do restaurante, fungindo pelo duto de ventilação do local. Do lado de fora Jill questiona Carlos sobre a verdadeira missão do seu grupo, ele volta a afirmar que eles estão lá para resgatar os civis, pedindo ajuda de Jill e indo embora em seguida.

Carlos se tornou um mercenário bem cedo. Durante sua juventude ele se juntou a um grupo de resistência antigovernamental na América do Sul. Apesar dos esforços o grupo não obteve êxito e foi eliminado pelo governo. Ele então ingressou na Umbrella Corporation, onde atuava como mercenário e servira aos interesses da empresa.

Lone Wolf


Sua ficha esta na parte dos U.S.S Delta WolfPack



Hunk
Sua Ficha esta na parte dos U.S.S Delta WolfPack.


Última edição por Pontus Maximus em Dom 26 Jan 2014, 21:28, editado 5 vez(es)
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