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Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

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Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

Mensagem por Mataro em Seg 21 Maio 2012, 15:26

==>> Conversar Off das Aventuras Aqui

████████████████████████████████████████████████████
INSTRUÇÕES
████████████████████████████████████████████████████

Aqui vu colocar algumas instruções: Contribuições de 087

Exemplos...

Diálogos em outra cor. (a cor que você achar q se adapta mais ao seu personagem,também pode ser alterada a fonte se acha necessário)

Dia ruim para você mago ! YAAHH !

Gritando = CAPSLOCK (Todo o Texto Maiúscula)

SOCORROOOO

* Sussurando *

*Será que tem um Dragão mesmo nessa Caverna? pale *

"..." = Pensamento

"Se´ra que o Mago vai usar uma Magia em Mim?"

Ações cor normal.

Mercenario Ataca o Mago usando sua espada !

(...) = In Off (Fora da Campanha)

(Acho que vou ficar um ou dois dias Fora e talvez não vou poder descrever as próximas ações do meu personagem)

████████████████████████████████████████████████████

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Prólogo

████████████████████████████████████████████████████



O famoso Mico Caolho


A taverna já se enchia com aquele movimento de começo de noite e ficava bem perto do portão principal da parte velha da cidade de kisé, a possibilitando ser frequentada tanto por trabalhadores rurais que trabalham nas plantações do lado de fora da muralha da cidade e pela joia de Kisé, os aventureiros raça sempre presente na cidade da aventura como eles mesmos a chamavam, a cidade onde as oportunidades surgem para os aventureiros, quem quer aventura vinha pra cá e principalmente quem procura aventureiros essa é a cidade.

Enfim a Taverna do Mico Caolho, era o local perfeito para os seus frequantadores que voltavam de um dia exaustivo de trabalho e nela paravam a fim de esvaziar algumas garrafas (e seus bolsos). Alegravam-se a medida que a bebida sumia dos canecos e, junto com ela, o cansaço que se fazia presente nas dores musculares.



O sol já havia se posto e dera lugar a uma tímida lua, Nesse instante entra na taverna uma figura que para na porta como que relutante em entrar no seu interior, uma figura estranha até para aquele lugar de cheio de figuras inusitadas. É um Meio-orc vestido com uma capa aos trapos nas suas costas e algo parecido com um alaúde preso as costas,( como o lugar esta escuro é só isso que um Humano normal pode ver, mas um elfo, anão ou meio-elfo pode ver no escuro que por baixo da sua capa, ele esta usando trapos gastos que um dia foram roupas caras, calças de linho, e um palitó do mesmo material, provavelmente pertencente a um nobre), mas não um bárbaro como geralmente os membros dessa raça são conhecidos, mas um bardo.

O Bardo meio-orc, entrou hesitante no local, sabia que a sua raça não era tolerada em terras civilizadas, retirou o alaúde das costas, e mostrou o instrumento ao taverneiro (que tinha o seu mico caolho no ombro), e meneou a cabeça ao palco improvisado que poucas vezes havia visto um artista.

O Taverneiro deu de ombros como não se importasse e votou sua atenção aos seus afazeres, nisso o Bardo meio-monstro volveu em direção ao palco, alguns trabalhadores rurais mais conservadores protestaram.

- Sai daqui aberração não queremos a sua raça perto de nós.

- vai embora monstro - gritou outro.

- Meio-orcs são traiçoeiros não queremos filhos de monstros aqui - berrou outro mais ao fundo.


Mesmo mediante vários protestos o bardo não, desanimou e continuou na sua marcha para o palco velho e cheio de cupins. Sobre a luz fraca da única tocha no centro da taverna e da lareira quase apagada em um canto, pode-se ver que alguém joga algo no bardo. Uma laranja se espedaça no rosto do Meio-orc, e com ela mais frutas, comidas e pedaços de madeira surgem de vários cantos da tavena.

O meio-orc, olha assustado para todos os lados e da meia volta em direção a porta, os mais atentos podem notar um lágrima escorrendo pelo seu rosto e brilhando a luz fraca do lugar.



A quase meio caminho da porta, o monstro, toca acidentalmente uma das cordas de seu alaúde que entona uma nota sonora que obriga a todos na taverna a ficarem quietos, parece até mágica mas foi acidental algum gaiato poderia dizer. Com o som do seu alaúde ainda retumbando na taverna o bardo meio-orc para, levanta a cabeça altivamente para o alto e da um profundo suspiro, voltando novamente para o palco, dessa vez sem nenhum protesto dos clientes da taverna, ele olha de relance para o taverneiro e esse novamente olha para ele e da de ombros e aponta com o queixo para o palco encorajando o bardo.

Chegando no palco, o bardo puxou uma cadeira, pôs a sua perna direita apoiada sobre a mesma e chamou a atenção dos presentes ao afinar o instrumento e retirar os restos de alimento das suas vestes, parece que ele já tinha muita pática em limpar sujeiras nas suas roupas. A taverna silenciou-se. O bardo meio-orc levantou, fazendo uma reverência, e ergueu a voz:

- Boa noite, senhoras e senhores - suas palavras eram serenas e melodiosas, e difíceis de acreditar estar sendo pronunciadas por um descendente de monstros como os orcs, enquanto falava melodiosamente acompanhava habilmente com um dedilhado no seu alaúde que apesar de humilde entoava notas poderosas.

Por um momento todos acharam que ele iria se apresentar, como era de costume dos bardos errantes. Com rapidez e destreza invejáveis e inacreditáveis para um meio-orc, o bardo fez com que a música dominasse o ambiente e corações parassem ante a espectativa de sua voz, e no instante interminável que precedia a sua apresentação o meio-orc, se apresenta.

████████████████████████████████████████████████████

- Sou Vulcazar o bardo mostro, como meus especadores gosta de se referir a mim - sua voz era altiva, eloquente, verdadeira música para os ouvidos de qualquer um que goste de uma boa música.

- Vou cantar a vocês não estórias de feitos passados de grandes heróis como sei que há muitos aqui - os aventureiros do local pressentem que o bardo olha para eles quando pronuncia essas palavras.

- Vou cantar histórias do que ainda não aconteceu e todos seremos responsáveis se isso acontecer - termina com um dedilhado que apesar de ensurdecedor, é incrivelmente agradável para os espectadores.

- Essa história começa com os eventos recentes e que estão acontecendo nesse momento. Todos sabemos que o número de orcs encontrados em nossa terra tem aumentado significativamente nos últimos anos - apesar de estar apenas falando de forma eloquente o som do seu alaude transforma a simples conversa do bardo com o pessoal da taverna em uma canção que é muito bem vinda aos ouvidos de todos.

- Apesar de ser aparentado dessa raça, meu lado humano é mais forte e amo todos os meus meio-irmãos do império.

- Usando de minha meia-descendência orc, pude me adentrar mais do que qualquer ser de outra raça no coração da Terra Selvagem e pude ver com esses olhos que estão a sua frente, a ruína do nosso mundo.

- Esta se formando um exército, o maior de todos, maior até que o exército do nosso império e dos Auça juntos que guerreiam a mais de mil anos.

- Esse exército, é composto por orcs, goblinóides e anaití. Na sua liderança esta o ser mais desprezível que poderia caminhar nesse mundo, um Meio-orc-meio-dragão, incrivelmente poderoso que subjugou todas as tribos orcs da Terra Selvagem e se prepara para marchar contra império, e dominar a nossa terra.

- Mas consegui me tornar bardo oficial do se exército nos tempos em que vivi com aqueles monstros e consequentemente tive acesso a informações que ninguém nem mesmo os próprios soldados desse general estão cientes.


Um murmurinho se forma na taverna quando o bardo intencionalmente deixa uma pausa na sua canção, os clientes notam que tudo faz sentido, cada vez mais e mais aldeias são dizimada por bandos de orcs selvagens.

Continuando a canção o bardo recomeça do ponto em que parou. Ao reiniciar todos na taverna parecem que estão agora mais corajosos e mais confiantes, parece até mágica.

- Ele pode ser detido, sim, eu sei e eu vi, os seus pontos fracos, Airy só precisa de hérois........

Fez uma pausa e, como que por mágica, as pessoas da taverna voltaram a beber e conversar alto, ignorando o menestrel. De cima do palco, ele move os lábios, como se murmurasse algo. Suas palavras soaram no ouvido dos aventureiros presentes na taverna:

Só precisamos de você...

(Essa última frase é ouvida por todos os jogadores que se encontram na taverna).

E termina com outro dedilhado perfeito e ensurdecedor, mas ao mesmo tempo agradável.

████████████████████████████████████████████████████

Estamos no ano de 1044 da Era dos Aba no dia 15 do mês 1 desse ano, a guerra contra os Auça já dura mais de mil anos, e todos estão cansados de guerrear, a alguns anos o número de Orcs, vem aumentado significativamente nos domínios do império, o ódio contra qualquer outra raça que não seja a humana e principalmente a aberração dos meio outra raça esta mais alto do que nunca. O governo corrupto, explora a população do império através de impostos e taxas abusivas, os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres, deixando a população ainda mais inquieta, o governo optou pela política de divertir o povo, para todos esquecerem que são explorados, combates nas Arenas Imperiais das grandes cidades entre condenados a escravidão e a morte, e apresentações de bardos conhecidos em praça pública são empregados para isso.

Entre esses eventos os governantes aproveitam para agir sem a atenção do povo, criando novas taxas e impostos mais altos em assembleias populares que ninguém vai porque estão com a atenção nos eventos.

É nesse mundo que os aventureiros estão.


(A ideia desse início da aventura me inspirei em um ótimo PBF que tem no fórum da jambo editora, mas a nossa história não vai ser nada parecida com a deles kkkkk).

(Mais abaixo vou apresentar a cidade de Kisé).

████████████████████████████████████████████████████
Kisé
A cidade dividida
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Legenda
1= Porão Oeste cidade nova
2= Portão Oeste cidade velha
3= Portão Sul
4= Arena Imperial de Kisé (ladrões, escravos, optam por lutar na arena para não serem condenados a morte ou pela liberdade, ou até para pagar dívidas)
5= Portão Norte
6= Área de Eventos (As justas de Kisé ocorrem aqui)
7= Parque dos Elfos (praça que imita a paisagem de uma floresta elfica para a corte).
8= Grande Praça (onde ocorrem as grandes feiras)
9= Palácio Real
10= Ponte Central
11= Ponte Leste
12= Mercado Ancestral (espaço do antigo mercado de Kisé que ainda exite e é um dos melhores de Airy, tanto para vendedores quanto para aproveitadores da ingenuidade alheia)

OBs: Perto de capa portão e das pontes da cidade há um posto da guarda.


A cidade de Kisé considerada uma das maiores de Airy, é uma cidade dividida, pelo rio Tupa ou o Rio do Trovão como o pessoal, costuma chamar mesmo.

Cidade Nova

Na parte nova da cidade muito bem planejada ond vive toda a corte a realeza e qualquer outro cidadão que tenha muito dinheiro e esteja disposto a pagar uma fortuna para "viver entre os ricos", toda infra estrutura, tanto bela quanto funcional é o melhor que o dinheiro pode pagar, segurança é ainda mais essencial nessa parte da cidade, chega a ser a quantidade de para cada 100 habitantes um guarda muito bem treinado.

Nessa parte também existe o castelo, magnífico considerado inferior somente ao castelo do Imperador em Ypy. Nessa parte a corte e o rei tem muita liberdade e diferente de outros reinos, é possível inclusive encontrar a família real passeando pelas ruas da cidade Nova tamanha é a sua crença na segurança.

Cidade Velha

O total contraste entre a parte nova da cidade é o que define Kisé as vezes sendo considerada as "duas cidades em uma", a parte velha foi onde a cidade começou, pequena centenas de anos atrás, sem planejamento a parte velha cresceu desordenadamente, e com o tempo ficou insuportável para a burguesia da cidade viver la, uma verdadeira favela, o Rei então decidiu criar a parte nova, majestosa, e bem planejada, chamou os melhores arquitetos Anões para construir a sua utopia, após a bela parte nova mudou para o seu novo e magnífico castelo, levando toda a sua corte e os burgueses cheios do dinheiro foram atrás.

Após a mudança para a parte nova a guarda foi posicionada nas duas pontes de acesso ao local e no porto, impedindo qualquer um que não fosse a realeza ou não tivesse uma autorização por escrito para entrar na parte nova, essa barreira exite até hoje, e esta cada vez mais rígida, atualmente ninguém que tenha uma autorização por escrito pode entrar em NENHUM dos portões da parte Nova, o motivo de acordo com os governantes é proteger o rei que teve muitos atentados contra a sua vida (alguns atentados forjados como dizem os jornais da cidade).

Na parte velha é tudo mais difícil, sem policiamento da guarda da cidade a criminalidade é enorme, ladrões podem ser encontrados em cada esquina mas também heróis aventureiros a joia da parte velha da cidade.

Eventos Notáveis

A Grande Feira: Uma vez ao mês a parte nova da cidade é aberta a todos para a grande feira na grande praça da parte nova, durante esse evento a corte realmente se esconde com medo do pobres. pode ser encontrado de tudo nessa feira desde armas exóticas até ilícitos, mas nada se compara a Semana da Feira itinerante.

O Feira Imperial: Uma vez ao ano durante uma semana chega na cidade a grande feia itinerante Imperial, uma feira patrocinada pelo próprio imperador que financia um imenso numero de lojistas itinerantes que circundam todo o império e permanecem uma semana em cada cidade quando a Feira Imperial chega é uma grande festa na cidade, nessa feira pode ser encontrado de TUDO, desde itens raros, ilícitos e até falsos para enganar o povão.


Última edição por Mataro em Ter 04 Jun 2013, 23:11, editado 15 vez(es)
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Re: Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

Mensagem por Mataro em Qui 24 Maio 2012, 04:33

Início da Aventura


A noite estava começando a acontecer, e estava muito abafado na taverna Mico Caolho quando um inusitado Bardo Meio Orc parece que fala com você após uma canção.

Shareenah Yan A algum tempo não tinha contato com o pessoal da sua terra o Deserto e foi a um encontro secreto com um membro um enviado do seu Califa trazendo notícias da sua família e assuntos que devem ser tratados em segredo e longe das conspirações do Rei. Optaram por se encontrar em um lugar isolado e de fácil acesso para um estrangeiro, e que não precisasse ser revistado nos portões da cidade nova, o local escolhido foi a Conhecida e pequena taverna Mico Caolho, local de grade concentração de tipos exóticos onde dois estrangeiros não seriam considerados diferentes.

Após a conversa ter acabado, o seu contato do deserto Açu, vai embora alguns minutos antes para não levantar suspeitas, e no momento que Shareenah pretende sair da taverna chega um tipo estranho, que é maltratado pelos frequentadores da Taverna.

Freedom Até os deuses precisam descansar, com essas palavras Freedom entrou na Taverna Mico Caolho naquele fim de tarde quente e abafado, após retirar alguns "seres inferiores" de uma mesa de sua preferência, tratou de gastar as moedas de cobres, dinheiro sujo e mundano que não é digno de ficar no bolso de um deus, em algumas canecas de cerveja que uma Mico estranho trouxe para ele.

Após algumas horas de descanso e de sede saciada, surge da porta um ser inferior que costumam chamar na terra de Meio-orc que após muito protesto contou uma história que ele não deteve muita atenção, até escutar as palavras "Só precisamos de Você".

Lauriel Lyunar Em um fim de tarde quente Lauriel, decide que deve matar a sua sede em uma Taverna, a primeira que encontra na cidade de Kisé é a Mico Caolho, após algumas horas de muitas risadas com alguns trabalhadores rurais extrovertidos, que aparentemente não se importavam ou apenas não haviam notado a sua descendência Elfica, em grande parte devido as várias canecas de cerveja, e doses de rum, surge da porta uma figura no mínimo inusitada um Bardo Meio-Orc, após uma grande apresentação na qual conta uma história que chama muito a sua atenção matar orcs ja eram um dos seus planos para o futuro, melhor ainda quando é chamado por um Bardo que procura aventureiros, e sabe como derrota-los.

Shizoto "Uma tarde de calor pede um fim de tarde em uma Taverna", foi isso que Shizoto falou para o seu espírito guardião quando se deparou em frente da Taverna Mico Caolho, quando entrou, notou que a grande maioria dos frequentadores da taverna procuravam se afastar dele, isso já era normal para "alguém como ele", as pessoas normais sempre se afastavam de alguém que lida com espíritos e até fala com eles.

Quando chegou em frente a uma mesa bem ao fundo e fez menção de sentar com alguns trabalhadores, a mesma "Esvaziou", em poucos segundos, alguns minutos depois relutante e após várias tentativas de pedir uma bebida se aproxima um Mico (que para a sua surpresa era caolho) com uma caneca de cerveja.

Quando a caneca secou e após varias outras tentativas de chamar a atenção do taverneiro para lhe trazer outra, surge por entre a porta uma figura que parece ser ainda mais odiada do que ele, um Bardo Meio-orc que após grande protesto dos clientes consegue cantar a sua história e aparentemente chamou por ele, Shizoto, será que dessa vez ele conseguirá fazer parte de alguma coisa, que não seja um fantasma.

Enzo quando entrou na Taverna Mico Caolho em kisé, uma brisa refrescante inundou o local e assim permaneceu por alguns minutos diminuindo a sensação de abafado que muita gente em um local pequeno sempre tem nessas circunstâncias. Apesar de não estar sentindo a abafume característico de um fim de tarde de verão por sempre estar rodeado de um leve brisa, o ar a sua volta era o seu companheiro atualmente a sua única família, resolveu entrar na Taverna, um lugar desses é sempre bom para encontrar pessoas para ajudar e também se para se tornar um herói mais conhecido.

Foi para um dos cantos do estabelecimento e e alguns dos clientes ficaram a sua volta pois estranhamente naquele canto, mesmo com as janelas fechadas era possível sentir uma brisa.

Alguns minutos depois entrou na Taverna um Bardo que a princípio foi vaiado mas que após a sua apresentação parece que falou com ele e teria uma proposta para um herói como Enzo.

████████████████████████████████████████████████████

Atenção!!!

(Pessoal agora iniciou formalmente a aventura, estão livres para fazer o que desejarem, princípio vou deixar vocês se descreverem, falar da sua atitudes em relação a apresentação que o bardo acaba de fazer e sobre o estranho pedido que aparentemente foi dito a cada um de vocês)


Última edição por Mataro em Qui 24 Maio 2012, 13:40, editado 2 vez(es) (Razão : erro português)
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Re: Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

Mensagem por Oz em Qui 24 Maio 2012, 13:43

Enzo desfrutava de um belo pão de nozes acompanhado de um suco de uva, logo que o Meio –orc entra chama sua atenção. Sem para de comer ele somente observa o mesmo. Surpreso com a atitude do Meio-orc que estava indo ao palco, parou de comer. Ao ver que ele estava sendo hostilizado sem ter feito nada ao ninguém (sentimento este que Enzo conhecia bem, por conta de seu dom), ele iria levantar e ajudá-lo.
“Droga, tenho que parar isso”.
Quando levantou-se ele escutou aquele som, e viu que todos se acalmaram ele voltou ao seu lugar. Ele ouviu atentamente o que Vulcazar cantou e depois se aproximou dele para saber mais informações.
Bonita canção Vulcazar. Vamos irei lhe pagar uma bebida.
Volto com ele para a mesa onde eu estava. Deixo o ar meio “pesado” em volta de mim para que as pessoas mais próximas se afastem. Se tudo isso der certo.
*Conte-me mais sobre essa canção que acabou de cantar, diga-me já sabe quando será isso?*
(Esse é o Enzo)
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Re: Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

Mensagem por _Andre_ em Qui 24 Maio 2012, 14:31

Mesmo ignorando aquela confusão e hostilidade na taverna e ja conhecendo os modos daqueles bebados as palavras cantadas pelo o bardo chamou a atenção
Eis que surge uma grande oportunidade :

JA cansado de Ver rumo o mundo esta tomando sem o comando de um Deus para guia-los desde a sua queda resolve se aventurar nesta misão para colocar um pouco de ordem mundo.
"Afinal o poder dos Deuses vem de seus devotos e que
situação melhor que essa para conseguir um pouco mais deles
"

Me levanto de minha mesa e vou em direção ao meio-orc , passando pela taverna cheia sem me encostar em nenhum desses seres sujos


-- Pode ficar tranquilo, agora tudo esta na mãos de um Deus , eu irei resolver a situação facilmente.... Agora conte me sobre os segredos que vc disse que tinha acesso e sobre seus pontos fracos !?
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Re: Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc

Mensagem por 087 em Qui 24 Maio 2012, 15:09

Lauriel Lyunar :



Ação :

"Lauriel se interessa na canção do Bardo Meio-Orc ao ouvir sobre os Orcs ! Temendo novos ataques as vilas vizinhas e o massacre de mais inocentes Lau fica pensativo por alguns momentos na Taverna do Mico Caolho enquanto esvazia sua caneca,também pensando em sua vingança ele decide que irá procurar obter mais informações com esse Bardo Meio-Orc apesar de não confiar nele,porém Lau acha melhor observar o Bardo de longe e aborta-lo na saida num local afastado dos olhos preconceituosos,pois o Bardo Meio-Orc chama a atenção e ao falar com ele,além de ser mal visto daria mais chances de que as pessoas notassem sua decendencia elfica tornando sua vida mais complicada,Lau está usando o capuz de seu manto que esconde suas orelhas elficas que disfarça um pouco sua descendencia elfica entre as pessoas na taverna,Lau irá perguntar aos seus parceiros de caneca e ao taverneiro,o que eles sabem sobre esse tal Bardo Meio-Orc e quando tiver sua chance Lau irá ao encontro do mesmo para obter informações valiosas contra os orcs !"

>>>


Última edição por 087 em Sab 26 Maio 2012, 18:45, editado 9 vez(es) (Razão : Terminar ação,erros de escrita,organziação...etc.)
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Re: Campanha em Arcano - O Auto do Meio-Orc FINALIZADA

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